terça-feira, 31 de março de 2020

WAVE TOOLS OFICINA E BOARDSHOP

EM PORTO ALEGRE O MELHOR CONTEUDO PARA O SEU SURF


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RIO GRANDE DO SUL

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sábado, 22 de fevereiro de 2020

FAÇA VOCÊ MESMO SUA PRANCHA


O guia a baixo tem o objetivo de evidenciar algumas etapas da reconstrução de uma prancha de surf, para que surfistas que desconhecem o processo tenham uma noção das técnicas envolvidas. A idéia aqui não é ensinar a produzir uma prancha de alta performance, e sim, estimular aqueles que sempre tiveram o desejo de desfrutar do prazer de surfar com uma prancha feita com as próprias mãos, como faziam os surfistas na década de 1930, quando ainda não existiam fabricas de prancha.

Equipamentos: Lixa 80, lixas d’água, plaina elétrica, lixadeira, serrote, mini plaina manual (ratinho), resina poliéster, solução de parafina, monômero, acetona, fibra de vidro, catalisador, cobalto, pigmentos coloridos, cavaletes, mascara, luvas, potes plásticos, estilete, lápis, fita crepe, pincel e régua.

Etapas básicas:
  1. 1  Criação do template (desenho da prancha em tamanho real em um molde).
  2. 2.      Descascar a prancha velha, puxe a fibra a partir de um pequeno corte de estilete.
  3. 3.      Fazer o shape do fundo utilizando a plaina elétrica.
  4. 4.      Riscar o cortar o outline com o template e o serrote.
  5. 5.      Fazer o shape do deck e das bordas.
  6. 6.      Fazer os acabamentos utilizando lixa e mini plaina manual (ratinho).
  7. 7.      Misturar os pigmentos na resina.
  8. 8.      Cortar o tecido.
  9. 9.      Catalisar a resina e laminar o fundo.
  10. 10.  Quando o fundo estiver seco catalisar a resina e laminar o deck.
  11. 11.  Colocar as quilhas ou copinhos e dar o hot coat (resina com solução de parafina aplicada com pincel).
  12. 12.  Lixadeira (lixa 80) para nivelar a prancha.
  13. 13.  Com pincel, aplicar resina com parafina e monômero para o acabamento.
  14. 14.  Lixadeira (lixa d’água) para nivelar e polir.
  15. 15.  Deixar a prancha curar por uma semana e depois só ir surfar.


Dicas:
A partir do item 11, você pode deixar a finalização a cargo de um laminador profissional para garantir um bom acabamento.
Não deixe de usar mascara e luvas para sua saúde e segurança.
Use a criatividade, e não tenha medo de experimentar tanto no shape, quanto na pintura. O resultado pode ser surpreendente e o importante é a diversão.
Fonte: Revista Hardcore nº 251 (www.hardcore.com.br)


Informativo nº 186

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domingo, 2 de fevereiro de 2020

WAVE TOOLS BOARDSHOP E SURF CONSERTO



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Porto Alegre
Rio Grande do Sul
Brasil

domingo, 26 de janeiro de 2020

PRAIAS QUE JÁ SURFEI


*Praia das Dunas (Cabo Frio)
www.cabofrio.rj.gov.br Maior e mais estruturado município da Região dos Lagos, Cabo Frio reforçou bastante a sua posição com a ampliação do aeroporto, que agora recebe vôos regulares e fretados (principalmente da Argentina). A praia mais agitada é a do Forte, com quiosques e calçadão, à noite, a pedida é passear pelo movimentado Boulevard Canal, rua que corre paralela ao Canal de Itajuru e concentra vários restaurante e bares. Ondas pequenas mais muito perfeita, paraíso dos merrequeiros, passei muito tempo lá e peguei muita onda boa, água muito quente e verde.


*Santos
 www.vivasantos.com.br Suas praias estão, com freqüência, poluídas, mas a orla ostenta o maior jardim a beira mar do mundo, com 6 km de extensão. E a cidade é vibrante: combina o ritmo de universitários. Vale fazer o trajeto de bonde, conhecer o prédio da Bolsa de Café, visitar a Vila Belmiro (casa do Santos FC) e levar as crianças ao Aquário Municipal. Mar com bastante sujeira tipo: Toco de arvores, sacos de leite, sacolas e muitas outras coisas, quando estive lá estava bem grande e peguei altas ondas no canal 6 q é muito raro de dar ondas.


*Joaquina
Dona das ondas mais constante da ilha, a Joaca é uma das mais procuradas no dia a dia. As esquerdas, atrás da pedra da careca, são sempre muito disputadas quando a ondulação esta de leste. Ondas em valas ao longo da praia com qualquer ondulação e vento do quadrante norte. No local, há um amplo estacionamento e um terminal turístico de razoável infraestrutura.



*Campeche
Praia de pescadores e surfistas. O trecho conhecido como Riozinho do Campeche é mais movimentado, reduto do pessoal do kitesurfe. Tem cada vez mais condomínios de alto padrão. No Riozinho peguei boas ondas, mar bom, água clara e alto visual com a Ilha do Campeche ao fundo fica muito irado o visual das fotos.



*Morro das Pedras
Mar agitado com boas ondas, no Retiro dos Jesuítas, aqui pertinho e com acesso livre, há um mirante. Nas proximidades também fica a Lagoa do Peri, com pequena praia e algumas trilhas. Tem um restaurante bem no canto das pedras com um visual lindo de se almoçar.



*Praia do Matadeiro
O acesso, feito somente a pé pela Praia da Armação (cinco minutos por passarelas de cimento) ou atravessando o rio com água pela cintura, mas bem tranqüilo, contribui para a tranquilidade. Pequena e com costões, é freqüentada por surfistas e por um publico alternativo. Ocasionalmente imprópria para banho. Boas ondas pros dois lados surfei aqui com meus amigos Seu Zé, Djalmo e Pantufa.



* Praia da Solidão
Com quase 1 km de orla e mar bravo, é freqüentada por pescadores e surfistas. Mas também há águas calmas aqui, tanto no rio que deságua próximo, onde as crianças adoram brincar, como na piscina natural formada por uma cascata. Bem na frente das pedras no meio da praia peguei varias ondas abrindo pros dois lados com meus amigos Seu Zé e Djalmo de Franceschi.



*Guarda do Embau
É a primeira reserva mundial de surf do Brasil. Para alcançar a praia, atravessa-se o rio com canoas ou a nado, ou, então, pela trilha do morro. Moldada pela foz do Rio da Madre, a onda da Guarda sofre grandes variações e depende do nível de chuvas, pois os bancos de areia alteram-se constantemente. No canto esquerdo, as esquerdas são sempre mais cavadas. No meio da praia, ondas em picos quebram para os dois lados.



*Ouvidor



*Rosa Norte
Há apenas um acesso para automóveis que vão em direção ao Rosa Norte. E ele começa na subida da estrada principal. Após estacionar na estrada de lajotas, inicia-se uma leve camainha por trilha até a beira da praia. O vento norte é terra, e quando a ondulação esta de leste ou sudeste, surgem esquerdas e direitas com volume e com muita área o que possibilita um amplo repertorio de manobras.



*Ferrugem
É uma das melhores praias para o surfe. Jovens se reúnem no canto esquerdo; e as famílias no direito, por causa das piscinas naturais. À noite, bares e danceterias lotam até de manhãzinha. Aqui sim acho que peguei o melhor mar da minha vida direitas longas indo em direção do morro até a beira, perfeito muitas manobras por onda.



*Barra de Ibiraquera
Praia mais badalada da cidade tem os melhores ventos do estado para a pratica de Wind e kitesurfe. Na orla, casas de veraneio e pousadas. No canto esquerdo, um morro a separa da Praia do Luz.



*Itapirubá
No meio do caminho entre Laguna e Imbituba, tem estrutura independente e abriga a sede do Projeto Baleia Franca. A Orla é urbanizada. Aqui sim peguei ondas clássicas bem perto do morro na Itapirubá Norte ou como chamam Mariscal.



*Cavalinho



*Praia do Gi



*Molhes de Laguna



*Praia dos Molhes
Na parte norte da Praia Grande, fica na foz do Rio Mampituba, e tem alguns trechos poluídos. As ondas fortes costumam atrair surfistas. Já peguei bons tubos aqui.



*Praia Grande
A mais urbanizada, próxima ao centro e a hotéis e pousadas. Nos dias de sol, a areia é um mar de guarda sois e o calçadão, cheio de bares e quiosques, vira point de jovens e adolescentes.



*Prainha
A faixa de areia é estreita, mas, para compensar, há um bonito gramado. O mar tem fundo rochoso, e alguns trechos da praia são perigosos pra banho.



*Praia da Cal
Freqüentada por famílias, numa região com muitas casas de veraneio e quase nenhum hotel. Na areia, muitos guarda sois e poucos ambulantes. O calçadão, que margeia o Morro do Farol, é bom para caminhar. Na ponta direita, acesso à Torre do Meio.



*Praia da Guarita
É unanimidade esta é a praia mais bonita de Torres. Fica entre a Torre do Meio e a Torre Sul, resguardada, em enseada fechada pelos dois costões. O mar, represado, é agitado, bom para surfistas, ruim para banhistas. Há poucas barracas na areia e o clima é de sossego. Não deixe de ver a Pedra da Guarita nem de subir no topo da Torre Sul, de onde há uma bela vista. Onde peguei as melhores ondas em Torres, com ondas pra esquerda conectando no insade pra direita em torno de 5 a 6 manobras por onda.



*Praia Itapeva
Sem barracas, quiosques ou ambulantes. O mar é tranqüilo e a praia é boa para caminhar. Os carros circulam pela areia. Ondas boas no cantão onde tem um morinho que entra pra dentro do mar.



*Praia Rondinha Velha

*Praia Areias Brancas

*Praia Arroio do Sal
Praia que passei muitos anos e adoro de mais esta praia, ganhei alguns campeonatos de surf e fui bi campeão do circuito de surf de lá.



*Praia Figueirinha

*Praia Capão Novo Village
Praia dos meus primos Mateus e Arthur.

*Praia Capão da Canoa
(51) www.capaodacanoa.rs.gov.br A praia central concentra o comercio e as atividades turísticas, a cidade ferve no verão. Cheia de prédios e pousadas

*Praia Atlântida
É preferida dos jovens, que procuram as ondas boas para o surfe e aproveitam o agito dos bares montados na praia. Nas noites de verão. A temperatura sobe nas danceterias que funcionam na orla e nos arredores. Há ainda uma longa plataforma de pesca.



*Praia Harmonia

*Praia Mariluz

*Praia Nordeste
Praias onde tive alguns bons findes nas casas dos meus amigo Norberto, Batata, Bruno e Paula.

*Praia Presidente

*Praia de Tramandaí
(51) www.tramandai.rs.gov.br Um dos balneários mais movimentados do Rio Grande do Sul, delimitado por uma lagoa, um rio e o mar, é freqüentado por moradores de Porto Alegre. Pescadores costumam ficar na ponte sobre o Rio Tramandaí. A mais popular de todas as praias do litoral gaúcho tem 10 km de areia dura e escura, além de quadras poliesportivas e pistas de skate espalhadas pela orla. Há uma plataforma de pesca. Praia dos bate volta e também a primeira praia que fui com meu amor a Tay.



*Praia Oásis Sul
Passei alguns verões lá com o Luiz Henrique (Toco) e o Henrique.

*Praia Jardim Atlântico

*Praia Jardim do Éden

*Praia de Salinas
Há uma plataforma de pesca.



*Praia de Nazaré
Primeiro lugar onde surfei.

*Praia de Cidreira
(51) www.cidreira.rs.gov.br Durante o verão, o balneário vê sua população se multiplicar: salta de 10 mil para cerca de 150 mil pessoas. A orla é repleta de dunas e casas de veraneio, muito procuradas por famílias com crianças. Extensa, de águas rasas.

*Praia de Pinhal
Areia fina e clara e casas de veraneio na orla; ocasionalmente imprópria para banho.

*Praia de Quintão
Tem dunas moveis que invadem a rodovia, ganhei meu primeiro campeonato de surf, bem no dia do meu aniversario, estavam comigo: Feijão, Raquel e irmão.

*Praia do Cassino
(53) O distrito da cidade de Rio Grande, tem o mesmo nome daquela que é a praia mais longa do mundo, com impressionantes 212 km de extensão, ela vai dos molhes da Barra, em Cassino, até a Barra do Chuí, em Santa Vitoria do Palmar. Percorrer a areia de carro é um habito muito comum, especialmente na alta temporada (nos meses de inverno alguns estabelecimentos fecham, mas os kitesurfistas são presença constante durante o ano todo). Quem gosta de movimento deve esticar a canga na região central de Cassino. Ao sul fica sua porção mais deserta. É mais movimentada na região central, ao redor da estatua de Iemanjá, a 15 km está localizado um navio encalhado, pertinho da areia. Estive lá com Gilberto Nogueira e Alexandre Fenner pra divulgarmos a marca de pranchas Index Krown.

Informativo nº 184


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segunda-feira, 30 de setembro de 2019

QUILHAS

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Descrição

Quilhas Soul Fins SW1 - Padrão FCSII - Triquilha
Similar FCSII Media



Produzidas em polímero de engenharia de alta qualidade, as quilhas Soulfins são leves e resistentes.

Acabamento superficial com detalhes texturizados.

Indicada para surfistas de até 80kg e ondas até 1,5m.



Peso unitário: 65g.

Base: 109 mm | Altura: 112 mm.

Acompanha chave de quilha




Descrição

Quilhas Bottom Fins BTT Small Honey Comb (Inside e Double Foil)



Quilha ideal para o surf do dia a dia. Combinação entre manter velocidade com maior controle, proporcionando firmeza no momento das curvas e maior pressão nas manobras.




O Double Foil (dupla passagem de água) característico desse modelo, traz estabilidade nas curvas, enquanto o Inside Foil (conclave interno nas quilhas laterais) gera velocidade protegendo o surfista na onda.




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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

CONSERTO DE PRANCHAS DE SURF


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  • Consertamos qualquer parte (bico, borda, rabeta e quilhas)

  • Plugs de leash e quilha (X2, Fusion, FCS II, Future e Caixa)

  • Pranchas quebradas ao meio

  • Instalação de plugs para GoPro

  • Reformas em geral e tinturas
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segunda-feira, 29 de julho de 2019

POINT OU PICO?


EM INGLÊS
Back Door – extremidade da onda que quebra da direita para a esquerda, olhando da praia.
Back Side – posicionamento do surfista de costas para a onda.
Beach Break – pico com fundo de areia.
Big Rider – Surfista que pega ondas grandes.
Bottom – parte do fundo da prancha.
Bottom Turn – manobra que o surfista faz uma curva na base da onda em direção à crista da onda.
Crowd – muita gente querendo surfar na mesma área.
Cut Back – manobra em que o surfista faz um “esse” voltando em direção contraria da onda e depois retornando na direção normal.
Deck – parte de cima da prancha.
Drop – descer a onda até a base.
Evolution – prancha com mais espessura e largura e com o bico arredondado.
Expression Session – competição onde todos os surfistas entram na água juntos na busca da melhor manobra.
Flat – mar sem ondas.
Floater – manobra em que o surfista desliza sobre a crista da onda.
Free Surfer – é quem não entra em campeonatos, surfista por prazer.
Front Side – posicionamento do surfista de frente pra onda.
Grommett – surfista que tem entre 10 e 12 anos.
Goofy – surfista que posiciona o pé direito na frente.
Gun – prancha para ondas grandes.
Inside – parte do mar onde fica a primeira arrebentação.
Leash – cordinha utilizada para prender o surfista à prancha.
Lip – crista da onda.
Line Up – linha imaginaria onde o surfista se posiciona para pegar a onda.
Long John – roupa de borracha para o corpo inteiro.
Outline – contorno da prancha de surf.
Outside – parte do mar após a arrebentação.
Strap – o mesmo que leash.
Trip – viagem de surf.
WT – World Tour – 1° divisão do circuito mundial de surf.
Wipe Out – quando o surfista leva um tombo.
WQS – World Qualifying Series – 2° divisão do circuito mundial de surf.
Point – praia com ondas boas para surfar.
Point Break – mar com fundo de pedra.
Quiver – quantidade de pranchas de cada surfista.
Reef break – mar com fundo de coral.
Rip – bem preparado para surfar.

EM PORTUGUÊS
Batida – manobra em que o surfista bate na crista da onda.
Boia – prancha.
Bolha – região da prancha onde a laminação descolou do bloco.
Caldo – quando o surfista cai da onda.
Cavada – manobra em que o surfista faz uma curva na base da onda em direção à crista da onda.
Copinho – acessório fixado próximo a rabeta da prancha para se prender o leash.
Fundo – tarde de baixo da prancha.
Larica – estar com fome.
Leque – desenho formado pela água espirrada pela forte manobra.
Localismo – surfistas que não gostam de outros surfista que não são da área.
Mar gordo – mar com ondas cheias.
Maral – vento que sopra do mar para a terra.
Marola – ondas pequenas.
Maroleiro – surfista que gosta de ondas pequenas.
Merreca – onda pequena.
Merrequeiro – surfista que só gosta de ondas pequenas.
Morra – onda grande.
Pico – praia com ondas boas para surfar.
Pororoca – ondas que vem da terra pro mar ou ondas de rio.
Pro – surfista profissional que recebe salário para surfar.
Quebra coco – onda oca que quebra próxima a praia.
Rabear – é quando um surfista entra na onda que já tem outro surfista.
Regular – quem posiciona o pé esquerdo à frente para surfar.
Série – sequencia de ondas.
Terral – vento da terra pro mar, geralmente o melhor vento para o surf.
Toco – prancha velha, já amarelada e pesada.
Tubo – manobra em que o surfista fica dentro da onda.
Vaca – quando o surfista cai.
Fonte: Revista Vaibe n° 2 e Wave Tools Surf Consertos e Fotos.



Informativo nº 255

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terça-feira, 9 de julho de 2019

CAPAS TOALHAS PARA PRANCHA DE SURF

Capa Atoalhada para Prancha de Surf


Vários Tamanhos : 6'0 - 6'3 - 6'5 - 6'8 - Funboard e Longboard


Reforço no bico com espuma para maior proteção da prancha.



Material leve e resistente


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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

PRANCHAS USADAS EM PORTO ALEGRE É AQUI NA WAVE TOOLS

Se você esta a procura de pranchas usadas aqui em Porto Alegre, não precisa mais procurar.
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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

NORTH SHORE PLANETA SURF



Se você acha que nunca vai poder surfar no North Shore de Oahu porque não é um profissional (nem kamikaze), este raio-X com 28 das mais frequentadas ondas do trecho mais famoso do mundo do surf, de Turtle Bay a Haleiwa, vai mudar sua opinião. Acredite, é possível conhecer a Meca do esporte dos reis havaianos e pegar altas ondas em família sem maiores riscos, e quem sabe esbarrar em lendas como Kelly Slater e Tom Curren na areia ou no mercado Foodland, onde todo mundo se encontra, e para ajudar ainda mais, classificamos os picos em três categorias: para todos, médio e experts. Escolha o seu e vá para água.

A mística que envolve o North Shore da ilha de Oahu, no Hawaii, é universal. O “seven mile miracle”, como é conhecido este pequeno trecho de costa de cerca de 10 quilômetros de extensão, abriga algumas das ondas mais desafiadoras do planeta, que exigem um altíssimo grau de habilidade e coragem, nos dias mais sinistros. Picos como Pipeline, Waimea, Sunset, entre muitos outros, viram maquinas de moer ossos e pranchas quando grandes ondulações vindas do quadrante norte atingem o arquipélago, isolado no meio do Pacifico, durante os meses de inverno. A combinação da força absurda das ondas com o impacto nas bancadas de pedra, coral e lava vulcânica é assustadora e pode ser até fatal. Mesmo nos dias menores, esses picos não são aconselháveis para qualquer um. Mas pouco se fala sobre as outras praias do North Shore de praias amigáveis e convidativas em bancadas de areia, que não oferecem tanto risco e podem ser a diversão perfeita para o surf em família. E não se surpreenda se der a sorte de um dia clássico com pouca gente na água. O melhor de tudo é que os picos todos funcionam praticamente com qualquer direção de swell, de oeste, norte e leste e todas as variações. Independente do seu nível de surf é só checar a previsão, descobrir a direção do vento, escolher o tipo de bancada e passar a parafina.


1 – TURTLE BAY (para todos)
Em frente ao hotel e condomínio mais famoso do North Shore, o Turtle Bay Resort, existe duas ondas perfeitas para aliviar o stress do crowd nos surfistas profissionais ou fazer a alegria dos turistas hospedados nas imediações. A direita bem em frente do hotel proporciona um surf “hotdog” nos dias menores. Já a esquerda do outro lado do hotel é uma onda para surfistas mais experientes, pois é rápida e a bancada é mais rasa.
Fundo: pedra e areia
Swell: NO/N
Vento: S/SO/SE
Tamanho: 0,5 a 1,5 metros


2 – VELZYLAND ou V-LAND (para todos/médio)
Sabe aquela ondinha que você desenhava no caderno da escola? Assim é Velzyland em seus dias clássicos. Tubos e manobras em um line-up pequeno e de fácil acesso. Mas não se empolgue tanto, o crowd geralmente é grande e nos dias bons sobram poucas ondas para os forasteiros. Mas, se você acordar cedo ou não for no auge da temporada, pode realizar o sonho que tirou sua atenção nas aulas.
Fundo: pedra e coral
Swell: O/NO/N
Vento: S/SO/SE
Tamanho: 0,5 a 2 metros


3 – FREDDYLAND (para todos)
Ao lado de V-land fica Freddy’s, pico dominado por todos os tipos de iniciantes no surf, mulheres, crianças e marmanjos arriscando as primeiras deslizadas. A onda abre pros dois lados, a direita mais curta e a esquerda proporciona varias manobras.
A mulherada local gosta de cair ali e ficar “tricotando” no outside.
Fundo: pedra e coral
Swell: O/NO/N
Vento: S/SO/SE
Tamanho: 0,5 a 1 metro


4 – PHANTOMS (experts)
É a bancada mais fora da costa e consequentemente a mais funda do North Shore. A esquerda é uma das joias do surf de ondas gigantes, possui três seções e altos tubos já foram pegos la de tow-in. Na remada é sempre um desafio, pois as ondas não entram sempre no mesmo lugar e fatalmente te pegam de surpresa em alguma serie. A esquerda fecha acima de 7 metros, enquanto a direita segura até 10 metros.
Fundo: coral
Swell: O/NO
Vento: L-NE/L/S/SE
Tamanho: 4 a 10 metros


5 – BACKYARDS (médio/experts)
O pico que leva o nome de “quintal” é um dos poucos lugares que você pode pegar altas ondas sem crowd. Tanto a esquerda como a direita proporcionam boas ondas de todos os tamanhos. A direita é mais longa, mas cuidado com o famoso “boneyards”. O final da onda é no encontro com a esquerda de Sunset e a bancada de coral fica exposta, especialmente nos maiores dias, e pode ser um pesadelo. Foi ali que rolaram as primeiras seções da historia do Tow-in, onde Laird Hamilton, Darrick Doener e Buzzy Kerbox rebocaram uns aos outros de Zodiac em um dia de 7 metros para a direita.
Fundo: coral e lava vulcânica
Swell: N/NO
Vento: L-NE/L/S/SE
Tamanho: 0,5 a 10 metros


6 – SUNSET (experts)
Uma das primeiras ondas surfadas no North Shore, nos anos 60, Sunset é o pico mais constante da região e sempre oferece uma condição. Mesmo nos dias pequenos. Sunset Point faz a alegria da molecada e dos coroas, que dominam o line-up nos dias clássicos com mais de 2 metros. Se você esta fazendo suas primeiras caídas no Hawaii, escolha sempre uma prancha um pouco maior do que de costume. As figurinhas carimbadas só usam guns acima de 8 pés. O amplo canal facilita a entrada e saída do mar. Boas condições com swell tanto de norte como de oeste, mas a onda mais famosa vem de oeste, proporcionando um drop vertical no outside e com grandes chances de um tubão no inside nos melhores dias.
Fundo: coral e lava vulcânica
Swell: O/NO/N
Vento: L/L-NE/S/SE
Tamanho: 0,5 a 5 metros

7 – KAMIELAND (para todos)
Ambiente familiar e ondas “hotdog”. Enquanto os maridos e filhos mais velhos surfam Pipeline e Rocky Point, é constante o crowd de mulheres com seus filhos mais novos surfando em Kamieland. A direita é muito longa e de dentro da água é sempre melhor do que parece de fora. Permite alta performace tanto para um longboard como para uma pranchinha. A esquerda não é a principal onda, mas também é boa.
Fundo: areia e coral
Swell: NO/N
Vento: L/L-NE/S/SE
Tamanho: 0,5 a 2 metros


8 – MONSTER MUSH (para todos)
Antes de Rocky Point ainda tem esta onda com menos pressão, mas, nos dias em que o crowd fica insuportável em Rocky’s, é uma boa opção para o surf relax, em direitas e esquerdas.
Fundo: areia e coral
Swell: NO/N
Vento: L/L-NE/S/SE
Tamanho: 0,5 a 2 metros


9 – ROCKY POINT (para todos/médio)
Principal pista de treinos para manobras ultramodernas e testes com os mais novos modelos de pranchas. Inovação é a ordem nos dias de praia lotada de fotógrafos, com um show de aéreos, rabetadas e tubos de alta qualidade. Também conhecida como “Rock de Janeiro”, pois é muito frequentada por brasileiros, tanto nas areias como no outside. À esquerda, que leva para o canal, e a direita são famosas no mundo inteiro.
Fundo: areia, pedra e coral
Swell: NO/O
Vento: L/L-NE/S/SE
Tamanho: 0,5 a 2 metros


10 – GAS CHAMBERS (experts)
Um pico chamado de “câmera de gás” pode não parecer muito amigável. Normalmente, quando Rocky Point esta quebrando, Gas Chambers também tem ótimas condições e com menos crowd. Parece Rock’s mas não é.
Fundo: areia, pedra e coral
Swell: NO/O
Vento: L/L-NE/S/SE
Tamanho: 0,5 a 2 metros


11 – PUPUKEA (para todos/médio)
Um dos poucos fundos de areia da área. A direita é mais rápida e proporciona altas manobras e tubos. O crowd normalmente é mais amistoso.
Fundo: areia
Swell: NO/N
Vento: L/L-NE/S/SE
Tamanho: 0,5 a 2,5 metros



12 – EHUKAI (para todos)
Em frente à torre de salva vidas de Pipeline, rola este fundo de areia bastante frequentado pela molecada e até por surfistas profissionais quando as condições não estão muito boas nos outros picos.
Fundo: areia
Swell: NO/N
Vento: L/L-NE/S/SE
Tamanho: 0,5 a 1,5 metros


13 – PIPELINE (experts)
A rainha do North Shore é incomparável. Você pode viajar para os melhores lugares de surf do mundo e sempre escutara: “Parece Pipeline”. Mas o tubo mais famoso do mundo esta na costa norte de Oahu. Ali, sonhos são realizados e pesadelos concretizados. Maior espetáculo a céu aberto do mundo. Os tubos quebram pesados e perfeitos a cerca de 30 metros da praia, enquanto os melhores surfistas do mundo entubam observados de perto por binóculos e por cliques frenéticos das maquinas fotográficas. Inesquecível.
Fundo: coral
Swell: NO/N
Vento: L/L-NE/S/SE
Tamanho: 0,5 a 5 metros


14 – BACKDOOR (experts)
A direita de Pipeline é um dos tubos mais radicais do mundo para serem surfados na remada. Ali não existe canal e, se passar dos 3 metros, pode ser o sonho ou o pesadelo dos surfistas que arriscam sua pele no pico. É onde se separam os homens dos meninos.
Fundo: pedra e coral
Swell: NO
Vento: L/L-NE/S/SE
Tamanho: 0,5 a 3 metros


15 – OFF THE WALL ou OTW (experts)
OTW pode ser considerada a Irma menos “temperamental” de Backdoor. As condições são bem parecidas, mas, como a esquerda não é Pipeline, o crowd também fica um pouco mais amistoso. Os havaianos ficam mais em Backdoor, assim muitos brasileiros surfam as ondas de suas vidas em OTW.
Fundo: areia, pedra e coral
Swell: NO
Vento: L/L-NE/S/SE
Tamanho: 0,5 a 3 metros


16 – ROCKPILES (médio/experts)
No primeiro dia do Pipeline Masters de 2010, Rockpiles foi o destaque. Por causa do swell de 3 metros predominante de norte, somente o “rabo” da ondulação pegava em Backdoor e Pipeline. Mas, a poucos metros do evento, ondas massivas ofereciam um drop pesado, longas rasgadas e belos tubos. Não é muito constante, mas tem seus dias de gloria.
Fundo: pedra e areia
Swell: NO/N
Vento: S/SE
Tamanho: 0,5 a 4 metros



17 – LOG CABINS (experts)
É uma das direitas mais assassinas do pedaço. Lembra OTW, mas a bancada super-rasa amedronta mais. Você pode pegar o tubo de sua vida ou abrir o maior buraco em sua cabeça. O outer reef do pico entrou para a historia em 1998, no swell conhecido como Big Wednesday, quando Ken Bradshaw surfou uma onda avaliada em 25 metros, cravando um recorde de tamanho surfado no North Shore.
Fundo: pedra e coral
Swell: NO/N
Vento: L/L-NE/S/SE
Tamanho: 0,5 a 2,5 metros e 5 a 15 metros no outer reef


18 – WAIMEA (experts)
Palco do tradicional evento de ondas grandes em memória do Eddie Aikau, Waimea é o pico mais frequentado na remada quando as ondas estão grandes. Durante décadas foi o lugar a ser visitado por surfistas de ondas grandes do mundo inteiro. Perdeu parte da atenção para lugares como Mavericks, Jaws e Cortes Bank, nos anos 90, mas nunca perdeu sua majestade. Muitos costumam fazer uma oração na igreja em frente ao pico antes de cair nos dias grandes. Nos swells menores, funciona à direita mais no inside, chamada de Pimballs.
Fundo: areia e pedra
Swell: O/NO/N
Vento: L/L-NE/S/SE
Tamanho: 2 a 8 metros


19 – HIMALAYAS (experts)
A esquerda é muito boa nos dias até 2,5 metros, mas quando o mar sobe proporciona uma onda pesada e indicada para big riders. O drop é volumoso e a onda é longa. Na temporada passada, enquanto alguns surfavam Waimea com 7 metros, ondas de 8 ou mais foram surfadas em Himalayas.
Fundo: pedra e coral
Swell: O/NO
Vento: L/L-NE
Tamanho: 0,5 a 10 metros


20 – MARIJUANAS (experts)
Nos dias menores é uma onda divertida, mas nos dias grandes o bicho pega. Direita longa e pesada e esquerda mais curta. Com ondulação mais de norte é um dos objetos de desejo dos big riders de plantão.
Fundo: pedra e coral
Swell: NO/N
Vento: L/L-NE
Tamanho: 0,5 a 2 metros e 3 a 7 metros no outside


21 – ALLIGATOR ROCK (experts)
Esta direita é localizada entre a onda de Leftovers e Marijuanas, com bons tubos nos melhores dias. Quando as ondas estão grandes o outside também é uma boa opção. Foi ali que o big rider Todd Chesser perdeu a vida, em fevereiro de 1997, ao tomar uma serie na cabeça.
Fundo: pedra e coral
Swell: NO/N
Vento: L/L-NE
Tamanho: 0,5 a 8 metros


22 – LEFT OVERS (para todos)
Como o nome já diz, a “sobra” é uma esquerda bacana porque é menos crowd do que o resto das ondas do North Shore. É bem manobrável e tem seus dias de gala. Ao lado existe a onda Right Overs, bastante frequentada por longboarders.
Fundo: pedra e coral
Swell: O/NO
Vento: L/L-NE
Tamanho: 0,5 a 2,5 metros


23 – CHUNS REEF (para todos)
Esta direita frequentada por longboards, SUPs, mulheres e todo tipo de prancha fica ao lado de Jockos. Nos finais de semana o crowd é imensurável, mas amigável, afinal é normal você ter três ou quatro vindo na mesma onda. Mas, nos dias de semana, é possível curtir altas ondas sem muita gente.
Fundo: pedra e coral
Swell: O/NO
Vento: L/L-NE
Tamanho: 0,5 a 2 metros



24 – JOCKOS (médio)
Esquerda longa que proporciona espaço para varias manobras e alguns tubos excelentes nos melhores dias. Mas, se não estiver em forma, é melhor escolher outro pico, pois a correnteza é forte e exige fôlego na remada. Quebra com a mesma ondulação de Pipeline e é normal no final de um dia clássico você ouvir a frase: “Peguei um tubo em Lockos igual à Pipeline”.
Fundo: pedra e coral
Swell: O/NO
Vento: L/L-NE
Tamanho: 0,5 a 2,5 metros


25 – LANIAKEA (médio)
Uma das poucas ondas que podem ser vistas da estrada. Quando tem swell, o visual das linhas entrando chama para uma sessão divertida. Provavelmente a onda mais longa da região, com seções de tubos e fácil de surfar. Um dia bom pode valer a passagem. Sempre tem crowd, mas o outside é amplo. Detalhe: o americano Kelly Slater tem uma casa nas redondezas.
Fundo: coral e pedra
Swell: O/NO
Vento: L/L-NE
Tamanho: 0,5 a 4 metros



26 – PUAENA POINT (experts)
Com três picos definidos, essa direita alegra a todos os tipos de surfista. Quando esta pequeno, a primeira seção tem um ambiente familiar nas valinhas que rolam tanto para esquerda como para direita. Entre 1 e 2,5 metros, a onda é longa com seções rápidas e rolam uns tubos. Quando esta grande, segura até 7 metros muitas vezes conectando com o inside, mas uma pedra que brota no caminho pede atenção e cuidado. Boa opção para o dia a dia.
Fundo: coral e pedra
Swell: O/NO
Vento: L/L-NE
Tamanho: 0,5 a 7 metros


27 – HALEIWA (para todos/médio)
Haleiwa também tem um ambiente familiar. Nos fim de semana, o parque em frente às ondas fica cheio de pais e filhos em busca de um dia de surf e diversão. Com até 1 metro é muito divertido. Os dias com 2 metros são os melhores, com cerca de três seções de manobras e até tubos. Mas quando o mar sobe é uma das correntezas mais ingrata da região. Se você entrar em Haleiwa em um mar acima de 1,5 metros e não tomar uma serie na cabeça, pode se considerar um sortudo. Nos dias grandes é 8 ou 80, ou você pega uma bela onda ou acaba tomando na cabeça.
Fundo: areia e pedra
Swell: O/NO
Vento: L-NE
Tamanho: 0,5 a 3 metros.

28 – AVALANCHES (experts)
Esquerda muito longa e pesada. Conhecida como um dos piores caldos do North Shore. Muito frequentada pelos surfistas de tow-in.
Fundo: pedra e coral
Swell: O/NO
Vento: L-NE
Tamanho: 4 a 8 metros.
Fonte: Revista Fluir n° 303 (www.fluir.com.br)




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