quarta-feira, 30 de junho de 2010

QUAL O BIQUÍNI CERTO PRA SURFAR??


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QUAL O BIQUÍNI CERTO PRA SURFAR??

Qual o biquíni certo pra surfar?? É claro que nós aqui do sul do Brasil não temos muito essa preocupação, principalmente no nosso inverno. Se parar para pensar, a probabilidade de surfar totalmente tranqüila de biquíni é baixíssima até mesmo no verão. Mas todas as surfgrils terão que concordar que não há nada melhor que surfar leve, apenas de biquíni e de quebra pegar um bom bronzeado... O site surfline woman fez uma matéria muito bacana sobre os biquínis ideais para surfar e testaram eles no paraíso de Tavarua. Que sonho, não?? Eles selecionaram modelos de diversas marcas levando em conta a firmeza que cada um proporciona, o conforto e, é claro, o estilo!! Os que mais agradaram foram os da Rip Curl, Volcom e Roxy.
Fonte: Revista Solto nº 55 – (www.solto.com.br)

segunda-feira, 28 de junho de 2010

CADASTRO NACIONAL DE BICICLETAS ROUBADAS

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CADASTRO NACIONAL DE BICICLETAS ROUBADAS
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COMO FUNCIONA O CADASTRO
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OBJETIVOS
O Cadastro de Bikes Roubadas Brasileiro tem os seguintes objetivos:
- Ajudar na recuperação de bicicletas roubadas
- Evitar que consumidores e lojistas comprem material roubado
- Mapear áreas de risco para ciclistas
- Prevenir roubos através da divulgação da forma de agir dos ladrões

COMO FUNCIONA
A vítima do roubo preenche o formulário eletrônico, clicando na opção INCLUIR BIKE do menu superior. Ao enviar o registro, o sistema vai gerar um cartaz eletrônico para a vítima, que pode ser impresso para divulgação. O registro fica bloqueado para que a equipe responsável pelo cadastro confira os dados. Após análise, o registro é publicado no sistema e, caso tenha informações suficientes e a bicicleta seja de fácil identificação, um email com o cadastro do roubo é enviado para mais de 200 lojas em todo o Brasil. O nome e email da vítima não ficam disponível no sistema, evitando assim emails não autorizados ou qualquer problema com privacidade. Caso alguém queira entrar em contato com a vítima, é possível enviar um email através de um formulário especial, cujo link fica indicado em cada cadastro.
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QUANTO CUSTA PARA REGISTRAR ?
Nada! Todo o processo é gratuito.
Fonte: http://www.bicicletasroubadas.com.br

quinta-feira, 24 de junho de 2010

LEPTOSPIROSE

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LEPTOSPIROSE
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Leptospirose é uma doença causada pela bactéria Leptospira interrogans, encontrada na urina de alguns animais, principalmente nos ratos. A contaminação ocorre quando a bactéria penetra na pele de pessoas que têm contato com água contaminada pela urina desses animais. Durante e após as enchentes, acontece a contaminação. Pessoas que limpam bueiros e fossas também estão expostas ao contágio.
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Quais os principais sintomas da doença?
Febre alta com calafrios que começam de forma súbita, acompanhados de dores musculares em todo o corpo, especialmente nas panturrilhas (batatas da perna), dores de cabeça e barriga, enjôos, vômitos e diarréia. Os sintomas começam, geralmente, após 3 a 14 dias do contato com a bactéria.
Em algumas pessoas a doença torna-se grave e pode causar icterícia (olhos amarelos), falha no funcionamento do rim (o paciente pode deixar de urinar ou urinar pouca quantidade), sangramentos pelo nariz, pela urina, pulmões ou estômago.
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Como é feito o diagnóstico da doença?
É possível que o médico realize o diagnóstico com razoável grau de certeza, através dos sintomas, história e exame do paciente, além de exames de sangue. A confirmação do diagnóstico de leptospirose, entretanto, é feita com exames específicos que dificilmente estão disponíveis em laboratórios comuns, sendo feitos em centros de referência.
A confirmação não é urgente e não precisa ser feita para se poder começar o tratamento. O mais importante é diferenciar e excluir outras doenças que podem ser confundidas com a leptospirose, como septicemias (infecções generalizadas), doença meningocócica (meningite), dengue, hepatite, infecções no rim, febre amarela e malária.
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Existe tratamento para a leptospirose?
O paciente pode melhorar e ficar curado sem qualquer tratamento. Para situações mais graves, o paciente deve ser internado para ser tratado com antibióticos, estabilizar a pressão arterial, melhorar a função do seu rim e evitar outras complicações.
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Como se prevenir?
Quando a exposição à água de enchentes, bueiros e fossas for inevitável, deve-se usar botas e luvas para evitar a penetração na pele da bactéria causadora da leptospirose.
Alguns antibióticos podem prevenir a doença em pessoas que se expuseram ou irão se expor à contaminação. Essa medida não é totalmente eficaz e não pode ser usada de forma indiscriminada. A prescrição deve ser feita sempre por um médico.
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Existe vacina contra a leptospirose?
Ainda não. Existem estudos de uma vacina contra a leptospirose, mas ainda não é ideal e eficaz para todas as situações e não está disponível na maioria dos países, incluindo o Brasil.
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Como controlar a doença?
O principal é ter controle dos ratos, fazendo desratização. Além disso, é necessário ter cuidado com o lixo, acumulá-lo em sacos plásticos bem fechados, recolhê-lo freqüentemente e evitar que alimentos caiam no chão ou perto de onde o lixo é coletado. É importante, também, melhorar as condições de saneamento básico - rede de esgoto e drenagem de águas das chuvas.

sábado, 19 de junho de 2010

PESCADORES E SURFISTAS ENTRAM EM ACORDO


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PESCADORES E SURFISTAS ENTRAM EM ACORDO

Não é de hoje que surfistas e pescadores chegam a um consenso nas praias de Imbituba (SC). Ao final, as duas partes saem ganhando com a fixação do acordo. Em todas as praias da região, são colocadas placas que instruem os surfistas, alem das bandeiras que sinalizam se o pico esta ou não liberado para a pratica do surf. A liberação acontece quando o mar começa a se transformar, ganhar volume e tamanha. Então os pescadores retiram seus barcos e redes, e hasteiam a bandeira de liberação das ondas, para alegria dos surfistas. Caso o mar se apresente pequeno, com poucas ondas e os cardumes se aproximarem da praia, é a vez dos pescadores entrarem em ação e os surfistas respeitam o acordo, esperando a liberação até o próximo swell. Parabéns aos surfistas e pescadores de Imbituba por este acordo, mostrando que com uma boa conversa se chega a um acordo.
Fonte: Jornal Drop nº 96 (www.jornaldrop.com.br)

quinta-feira, 17 de junho de 2010

4º ETAPA CAMPEONATO GAÚCHO DE DOWNHILL - NOVA PRATA - RS - BRASIL - 19 E 20 DE JUNHO DE 2010

RESULTADOS:

ELITE

  • 1º 1 Maicon Zottis - ADHV - Nova Prata - 2:43:52
  • 2º 47 Gabriel Lanfredi - Voodoo DH - Porto Alegre - 2:43:80
  • 3º 2 Daniel Cenci - Bike e Cia - Farroupilha _ 2:44:81
  • 4º 5 Rafael Pereira - Bike Adventure - Canela - 2:47:43
  • 5º 4 Leonardo Griebeler - Unirace - Caxias do Sul - 2:47:80
  • 6º 50 Leandro Bonfante - DH Lope - Passo Fundo - 2:58:23
  • 7º 49 Felipe Spader - Unirace DH Teem - Garibaldi - 3:01:09
  • 8º 19 Giovane Gambato - Supreme Race - Caxias do Sul - 3:03:45
  • 9º 8 Felipe Maia - AGMTB/Cycle Darcy - Porto Alegre - 3:03:69
  • 10º 45 Tiago Knoorst - Bike e Cia - Nova Petropolis - 3:07:75

SUB 30

  • 1º 265 Rafael Colombo - Bike e Cia - Farroupilha - 3:01:32

SUB 23

  • 1º 426 Fernando Giordani - DH Lope - Passo Fundo - 2:53:61

JUNIOR

  • 1º 104 Nathan Kamphorst - Unirace - Sapiranga - 2:56:46

MASTER A

  • 1º 386 Diogo Zanetti - ADHV - Bento Gonçalves - 2:58:51

MASTER B

  • 1º 909 Antonio Valerio - DH Scharlau - São Leopoldo - 3:32:97

JUVENIL

  • 1º 555 Anderson da Cas - Supreme Race - Farroupilha - 3:21:66

ESTREANTE

  • 1º 763 Marcelo Dani Rech - Suprema Race/Guenoa - Caxias do Sul - 2:59:12

RIGIDA

  • 1º 899 Daniel Luis Gayeski - Pedal Bike - Casca - 3:08:37

MASTER C

  • 1º 601 Danilo Spader - Unirace - Garibaldi - 4:30:82

INFANTO JUVENIL

  • 1º 997 Alan Colassiol - EBNC - Carlos Barbosa - 5:54:77


SÁBADO 19 DE JUNHO

09:00 h Treinos livres na pista/Inscrições abertas
12:00 h Encerramento das inscrições e treinos
14:00 h TOMADA TEMPO CLASSIFICATÓRIA

DOMINGO 20 DE JUNHO

09:00 h Treinos livres
11:30 h Encerramento dos Treinos
13:00 h TOMADA DE TEMPO OFICIAL
16:30 h Premiação da prova

INSCRIÇÕES ANTECIPADAS
Federação Gaúcha de Ciclismo - Sapiranga:
Rua Duque de Caxias, 1179
Fone: (51) 3599-5082 E-mail: fgc@fgc.com.br
Via doc bancário - Depositar no Banco do Brasil agência nº 0653-X conta nº 49546-8 em favor de Marcos Lorenz e enviar ficha e DOC nominal pelo fax (51) 3599-5082

Hoteis:
Prata Villagio Hotel
Telefones / FAX: (54) 3242-2088 ou (54) 3242-2184

Condall Pallace Hotel
Fone: (54) 3242-1637 ou (54) 3242-5075

quarta-feira, 16 de junho de 2010

UCI MTB WORLD CUP DHI - LEOGANG - SALZBURGERlAND (AUT) - 19 E 20 DE JUNHO DE 2010

RESULTADOS:
  • 1º 3 Cameron Cole - 4:11:77
  • 2º 25 Steve Peat - 4:11:82
  • 3º 19 Steve Smith - 4:14:09
  • 4º 26 Luke Strobel - 4:14:54
  • 5º 52 Matthew Scoles - 4:16:03
  • 6º 13 Marc Beaumont - 4:17:05
  • 7º 92 Dan Atherton - 4:17:92
  • 8º 45 Sam Dale - 4:18:25
  • 9º 62 Chris Kovarik - 4:18:36
  • 10º 53 Mickael Pascal - 4:18:45

RANKING:

  • 1º Greg Minnaar - South Africa - 29 - 1.496
  • 2º Gee Atherton - Great Britain - 25 - 1.383
  • 3º Samuel Hill - Australia - 25 - 1.210
  • 4º Aaron Gwin - United States - 23 - 1.133
  • 5º Samuel Blenkinsop - New Zealand - 22 - 1.011
  • 6º Fabien Barel - France - 30 - 974
  • 7º Steve Peat - Great Britain - 36 - 969
  • 8º Justin Leov - New Zealand - 26 - 913
  • 9º Brendan Fairclough - Great Britain - 22 - 843
  • 10º Cameron Cole - New Zealand - 22 - 820

Assista ao vivo direto de Leogang a UCI de DHI

terça-feira, 15 de junho de 2010

WQS 6 ESTRELAS - SRILAMKAN AIRLINES PRO - ARUGAM BAY - SRI LANKA - 18 A 24 DE JUNHO DE 2010

RESULTADOS:
  • 1º Julian Wilson (AUS)
  • 2º Nat Young (USA)
  • 3º Jakye Sharp (AUS)
  • 3º Drew Courtney (AUS)
  • 5º Hodei Collazo (EUK)
  • 5º Austin Ware (USA)
  • 5º Rhys Bombaci (AUS)
  • 5º Davey Cathels (AUS)

RANKING:

  • 1º Taj Burrow (AUS) - 24.125
  • 2º Jordy Smith (ZAF) - 22.191
  • 3º Kelly Slater (USA) - 21.750
  • 4º Jadson Andre (BRA) - 21.689
  • 5º C.J. Hobgood (USA) - 19.484
  • 6º Adriano de Souza (BRA) - 18.557
  • 7º Mick Fanning (AUS) - 17.794
  • 8º Bede Durbidge (AUS) - 16.183
  • 9º Dane Reynolds (USA) - 16.003
  • 10º Chris Davidson (AUS) - 15.813

Assista ao vivo direto de Arugam Bay
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http://www.srilankanairlinespro.com/

segunda-feira, 14 de junho de 2010

DEEP SIX – PEQUENA NOTÁVEL

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DEEP SIX – PEQUENA NOTÁVEL
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Quando Kelly Slater surgiu na praia na manhã do dia 12 de dezembro de 2008 para as fazes finais do Pipe Masters, olhares incrédulos voltaram-se para a prancha que o maior campeão de todos os tempos carregava embaixo do braço. De imediato o publico e imprensa começaram a questionar a atitude de Slater, que enfrentaria seus oponentes surfando algo incomum em Pipeline. “Essa é a prancha mais estranha que já vi”, exclamava um dos espectadores. “Não é possível que isto funcione”, dizia outro. Mas, ao final do campeonato, todas as incertezas com relação aquela prancha “esquisita” terminaram. Além de levantar a taça de campeão, Kelly foi o protagonista da melhor bateria do evento, a semifinal contra o californiano Tim Reyes, quando arrancou uma nota 10 dos juízes (somando 19 dos 20 possíveis) e mostrou um controle singular nas paredes verticais de 6 a 8 pés de Backdoor.
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CONCEITO: Apelidada “Deep Six”, a pequena triquilha 5’11” (com 18 ½” de largura e 2 1/2” de espessura) foi a prancha mais comentada na temporada havaiana. Pelo fato de ter um design inovador e apresentar um conceito diferente em termos de pranchas de alta performance para ondas grandes, virou assunto de discussão por meses a fio nas rodas de surfistas e mestres da plaina em todo mundo.

Desenvolvida por Kelly Slater no software CAD da Channel Island e depois shapeada pelo próprio, o protótipo nasceu basicamente da combinação de dois designs convencionais: uma prancha beirando 6’0” e um semigun. “Peguei o modelo de uma prancha pequena e coloquei em cima de uma 7’0” no computador. Mexi um pouco deixando o rocker quase todo flat, estendi a rabeta e depois calculei o bico. Foi um tiro no escuro”, simplifica o eneacampeão mundial. Em outras palavras, da rabeta até algumas polegadas à frente do centro, no wide point (ponto de largura máxima), esse designe tem as mesma características de uma semigun com cerca de 7 pés. “A rabeta é bastante estreita. O meio (espessura) é tão grosso e volumoso quanto o da minha 6’10”, detalha Slater. Já do wipe point até o bico, o shape é parecido com o de uma pranchinha, com outline mais curvo e curto.

A ambição de Slater foi tentar desenvolver uma prancha pequena que conseguisse alcançar os mesmos resultados de uma prancha grande, principalmente em ondas fortes e tubulares. “Peguei todos os elementos das pranchas que estou acostumado a surfar e juntei tudo de uma forma diferente”, resume Kelly. Segundo Al Merrick, shaper do floridiano há mais de 20 anos, Slater descobriu o volume real de uma prancha para determinada situação. “O modelo é pequeno, mais ainda possibilita ao surfista entre na onda e também percorrer diferentes caminhos na parede”, afirma o proprietário da Channel Island, Al Merrick, que ajudou a desenvolver e deu o toque final no protótipo.
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SEGREDO: Não é de hoje que shapers e surfistas vem buscando uma formula para criar uma prancha capaz de apresentar o mesmo desempenho da “Deep Six”. Adaptações feitas em modelos convencionais e antigos e o uso de novos materiais não chegaram ao resultado desejado.

DESCOBERTA: A idéia de Kelly de inventar um modelo como a “Deep Six” surgiu a alguns anos em Haleiwa, no North Shore, durante uma sessão de surf com uma prancha quebrada. Após continuar surfando com o bico da sua semigun partido, Slater percebeu algo diferente na prancha que estava debaixo dos seus pés. “Na realidade ela começou a funcionar melhor”, recorda Kelly. “O peso e o balanço do bico desse tipo de prancha são totalmente desnecessários”, afirma o fenômeno. E esse fator foi fundamental na hora de Slater arquitetar sua 5’11”. Além de deixar o bico curto, optou por colocar uma curva mais acentuada no mesmo. Tudo isso fez com que a prancha pudesse completar drops atrasados facilmente e tivesse maior aceleração através das seções da onda. Em poucas palavras, o modelo permitiu a Slater surfar ondas mais pesadas e profundas com a fluidez que somente uma prancha pequena pode oferecer.
Fonte: Guia de Pranchas Fluir 2009 (www.fluir.com.br)

sexta-feira, 11 de junho de 2010

MELHORES DE 2009

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MELHORES DE 2009

MELHOR BATERIA
Parko x Fanning – Kirra, 6 a 8 pés, pesado, dois locais e amigos de infância disputando a liderança do ranking.
BATALHA DOS AFLITOS
Dustin Barca x Drew Courtney no Lagido, Peniche, maré esvaziando, novo formato sem repescagem, os dois precisando desesperadamente de um resultado no final do ano. Courtney faz a maior media do dia, faltando um minuto, Barca precisa de 8,47, surfa uma onda excelente, faz 8 pontos e dá adeus ao WT – Drew se classifica.

O SENSACIONAL DANE & JORDY SHOW
J-Bay no seu primor, a bateria mais aguardada de todo o circuito, online e off-line, Jordy defendendo a bandeira local e Dane... bem Dane sendo Dane.
Uma nota perfeita e um punhado de manobras para se estudar no resto do ano.
BATERIA DE UM HOMEM SÓ
Owen Wright x Damien Hobgood, Supertubos, Peniche, 8 pés quadrados.
Owen fez um 10, foi castigado por uma direita, teve seu tímpano perfurado e foi obrigado a sair d’água (a contra gosto).
Damien esperou meia bateria por uma nota superior a 7 e perdeu.
Para entrar na historia.
TUBO DO ANO
10 do Parko contra Bobby Martinz nas quartas de final do The Search de Peniche.

MANOBRA DO ANO
Rasgada (carve) gigantesca do Dane Reynolds em Trestles contra Taylor Knox.

ACIMA DOS 19 PONTOS
Em 2009, apenas 4 vezes foi atingida a pontuação total numa bateria acima dos 19 pontos dos 20 possíveis.
Parko 19,93 na semi contra Fanning em Kirra.
Dane 19,20 contra Sean Holmes em Jeffreys.
Picon 19,76 em Pipeline contra Josh Kerr.
Slater 19,33 contra Hank Gaskell também em Pipe.
Único 20 do ano foi de um Junior e, orgulhosamente, brasileiro Gabriel “Golden Medal” Medina deixou o mundo do surf maravilhado com seu desempenho na final do King of the Groms, na França.
As duas notas que ele descartou na final dariam pra ele vencer qualquer bateria do Quiksilver Pro com todos os tops 45.
MELHOR MAR DO ANO
14 e 15 de julho de 2009, Jeffrey’s Bay, areia na bancada como não se via em quase uma década.
Fonte: Revista Hardcore nº 246 (www.hardcore.com.br)

quinta-feira, 3 de junho de 2010

MENTAWAI


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MENTAWAI

Kandui Resort

Situado em Karamajet Island, no arquipélago das Mentawai, a cerca de 120 quilômetros da costa oeste de Sumatra, na Indonésia, o Kandui Resort é hoje um dos destinos mais procurados por surfistas do mundo todo, graças à qualidade das ondas ao redor e da excelente estrutura disponível para os hospedes. É a única construção da ilha, rodeada de coqueiros, lagoas e uma extensa faixa de areia branca com vista para duas das mais pitorescas ilhas das Mentawai.

Conforto: existem sete opções de chalés no resort. Chamadas de “Umas”, as construções são feitas por artesões locais no típico estilo indonésio. São limpas, espaçosas, confortáveis e oferecem uma vista privilegiada para as ondas e ilhas que cercam o resort. Os quartos são equipados para tocar seu iPod com som estéreo e o restaurante possui TV a cabo. Outra facilidade é a parceria com a fabrica de pranchas Surftech, em que uma serie de modelos Tuflite fica a disposição dos hospedes caso estes prefiram viajar sem a preocupação e os custos com o transporte de suas pranchas. Vale destacar que o crowd nunca passa de 16 pessoas por trip, limite estabelecido pelo resort.

Ondas: existem cerca de 15 picos nas mediações do Kandui Resort, com ondas para todos os gostos e níveis de surf. As mais procuradas são as esquerdas de Kandui e Hideways e as direitas de Riffles e Last Resort. Outras ondas famosas são Burgerworld, a Frames e Telescopes, mas as opções são quase infinitas para quem tiver dinheiro, tempo e disposição de procurar.

Melhor época: as ilhas Mentawais são mundialmente conhecidas pela qualidade e Constancia de suas ondas. As ondulações chegam ao arquipélago durante o ano todo, mas a melhor época vai de março a novembro, durante o inverno no Hemisfério Sul, quando o Oceano Indico se torna uma maquina de produzir swells.
Transporte: todo o transporte a partir de Sumatra esta incluso no pacote, incluindo o trajeto diário de barco do resort até as ondas. Ao aterrissar em Padang, capital de Sumatra, o hospede voa mais uma hora até Rokot, na ilha de Sipora, e de lá é levado de lancha até o resort, em uma viagem de cerca de 2 horas.
Comunicação: o escritório do resort é equipado com computadores para acesso a internet (incluindo rede sem fio), telefone que dispensa o serviço via satélite e aparelho de fax.

Alimentação: todos os dias o chef do resort prepara uma variada opção de cardápio, com destaque para os pratos a base de frutos do mar colhidos pelos pescadores locais e pelos próprios hospedes. Café da manha e almoço estão inclusos no pacote; jantar e bebidas devem ser pagos a parte.
Perigos: por ser uma área remota e de difícil acesso, vale a pena renovar vacinas contra tétano e hepatite. A malaria também é uma realidade local e todos os cuidados devem ser tomados. Pessoas que tomam medicações devem levar a receita em caso de emergência.

Atividades extras: alem do surf, o local também é favorável para a pesca e o mergulho. O resort possui ainda sala de jogos, quadra de vôlei, área para piquenique, karaokê, aulas de ioga, passeios culturais pelo vilarejo e caminhadas pela selva.
Hospedes ilustres: Kelly Slater, Andy Irons e Shane Dorian estiveram lá no ano passado durante as gravações do filme A Fly in the Champagne. Alem deles, já passaram por lá Martin Potter, Josh Kerr, Jamie O’Brien, David Rastovich, Joel Parkinson, entre outros.
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Custo: aproximadamente US$ 2,8 mil para uma estadia de 11 dias e 11 noites.