segunda-feira, 4 de maio de 2020

DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA ÁGUA



Art. 1° 
A água faz parte do património do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável diante de todos. 


Art. 2°

A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida de todo o ser vegetal, animal ou humano.
Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação ou a agricultura.
o direito a água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito a vida, tal qual é estipulado no art. 3° da Declaração Universal dos Direitos do Homem.


Art. 3°

Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados.
Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimónia.


Art. 4°

O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e dos seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra.
Este equilíbrio depende, em partículas da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.


Art. 5°

A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é sobretudo um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.


Art. 6°

A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor económico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.


Art. 7

A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada.
De maneira geral, sua utilização de ser feita com consiencia e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.


Art. 8°

A utilização da água implica o respeito 'a lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todos humanos que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.


Art. 9°

A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos da sua proteção e as necessidades de ordem económica, sanitária e social.


Art. 10°

O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão da sua distribuição desigual sobre a Terra.


domingo, 26 de abril de 2020

ÁGUA É VIDA

Desde as mais antigas culturas a água é considerada não somente fonte ou símbolo da vida, mas a vida mesma.

Á origem de tudo tem relação com a água.

Não podemos existir sem a água.

Nosso propiro corpo é 70% água.

A água flui, refresca, reanima, torna possível a vida, é suavidade, tolerância.

Não é angulosa nem solida; sempre cede, a tudo se adapta, tudo aceita.

Mas, pode esgotar-se!

Nosso apelo é para a consciência, para a cidadania e para a responsabilidade.

Água é a garantia da qualidade de vida das futuras gerações.


Editora São Miguel


quinta-feira, 16 de abril de 2020

CONSERTOS DE ROUPAS DE BORRACHA OU NEOPRENE

Sua Roupa de Borracha (Neoprene) rasgou ou descolou a vedação?

Aqui na Wave Tools consertamos.


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terça-feira, 31 de março de 2020

WAVE TOOLS OFICINA E BOARDSHOP

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sábado, 22 de fevereiro de 2020

FAÇA VOCÊ MESMO SUA PRANCHA


O guia a baixo tem o objetivo de evidenciar algumas etapas da reconstrução de uma prancha de surf, para que surfistas que desconhecem o processo tenham uma noção das técnicas envolvidas. A idéia aqui não é ensinar a produzir uma prancha de alta performance, e sim, estimular aqueles que sempre tiveram o desejo de desfrutar do prazer de surfar com uma prancha feita com as próprias mãos, como faziam os surfistas na década de 1930, quando ainda não existiam fabricas de prancha.

Equipamentos: Lixa 80, lixas d’água, plaina elétrica, lixadeira, serrote, mini plaina manual (ratinho), resina poliéster, solução de parafina, monômero, acetona, fibra de vidro, catalisador, cobalto, pigmentos coloridos, cavaletes, mascara, luvas, potes plásticos, estilete, lápis, fita crepe, pincel e régua.

Etapas básicas:
  1. 1  Criação do template (desenho da prancha em tamanho real em um molde).
  2. 2.      Descascar a prancha velha, puxe a fibra a partir de um pequeno corte de estilete.
  3. 3.      Fazer o shape do fundo utilizando a plaina elétrica.
  4. 4.      Riscar o cortar o outline com o template e o serrote.
  5. 5.      Fazer o shape do deck e das bordas.
  6. 6.      Fazer os acabamentos utilizando lixa e mini plaina manual (ratinho).
  7. 7.      Misturar os pigmentos na resina.
  8. 8.      Cortar o tecido.
  9. 9.      Catalisar a resina e laminar o fundo.
  10. 10.  Quando o fundo estiver seco catalisar a resina e laminar o deck.
  11. 11.  Colocar as quilhas ou copinhos e dar o hot coat (resina com solução de parafina aplicada com pincel).
  12. 12.  Lixadeira (lixa 80) para nivelar a prancha.
  13. 13.  Com pincel, aplicar resina com parafina e monômero para o acabamento.
  14. 14.  Lixadeira (lixa d’água) para nivelar e polir.
  15. 15.  Deixar a prancha curar por uma semana e depois só ir surfar.


Dicas:
A partir do item 11, você pode deixar a finalização a cargo de um laminador profissional para garantir um bom acabamento.
Não deixe de usar mascara e luvas para sua saúde e segurança.
Use a criatividade, e não tenha medo de experimentar tanto no shape, quanto na pintura. O resultado pode ser surpreendente e o importante é a diversão.
Fonte: Revista Hardcore nº 251 (www.hardcore.com.br)


Informativo nº 186

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domingo, 2 de fevereiro de 2020

WAVE TOOLS BOARDSHOP E SURF CONSERTO



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Brasil

domingo, 26 de janeiro de 2020

PRAIAS QUE JÁ SURFEI


*Praia das Dunas (Cabo Frio)
www.cabofrio.rj.gov.br Maior e mais estruturado município da Região dos Lagos, Cabo Frio reforçou bastante a sua posição com a ampliação do aeroporto, que agora recebe vôos regulares e fretados (principalmente da Argentina). A praia mais agitada é a do Forte, com quiosques e calçadão, à noite, a pedida é passear pelo movimentado Boulevard Canal, rua que corre paralela ao Canal de Itajuru e concentra vários restaurante e bares. Ondas pequenas mais muito perfeita, paraíso dos merrequeiros, passei muito tempo lá e peguei muita onda boa, água muito quente e verde.


*Santos
 www.vivasantos.com.br Suas praias estão, com freqüência, poluídas, mas a orla ostenta o maior jardim a beira mar do mundo, com 6 km de extensão. E a cidade é vibrante: combina o ritmo de universitários. Vale fazer o trajeto de bonde, conhecer o prédio da Bolsa de Café, visitar a Vila Belmiro (casa do Santos FC) e levar as crianças ao Aquário Municipal. Mar com bastante sujeira tipo: Toco de arvores, sacos de leite, sacolas e muitas outras coisas, quando estive lá estava bem grande e peguei altas ondas no canal 6 q é muito raro de dar ondas.


*Joaquina
Dona das ondas mais constante da ilha, a Joaca é uma das mais procuradas no dia a dia. As esquerdas, atrás da pedra da careca, são sempre muito disputadas quando a ondulação esta de leste. Ondas em valas ao longo da praia com qualquer ondulação e vento do quadrante norte. No local, há um amplo estacionamento e um terminal turístico de razoável infraestrutura.



*Campeche
Praia de pescadores e surfistas. O trecho conhecido como Riozinho do Campeche é mais movimentado, reduto do pessoal do kitesurfe. Tem cada vez mais condomínios de alto padrão. No Riozinho peguei boas ondas, mar bom, água clara e alto visual com a Ilha do Campeche ao fundo fica muito irado o visual das fotos.



*Morro das Pedras
Mar agitado com boas ondas, no Retiro dos Jesuítas, aqui pertinho e com acesso livre, há um mirante. Nas proximidades também fica a Lagoa do Peri, com pequena praia e algumas trilhas. Tem um restaurante bem no canto das pedras com um visual lindo de se almoçar.



*Praia do Matadeiro
O acesso, feito somente a pé pela Praia da Armação (cinco minutos por passarelas de cimento) ou atravessando o rio com água pela cintura, mas bem tranqüilo, contribui para a tranquilidade. Pequena e com costões, é freqüentada por surfistas e por um publico alternativo. Ocasionalmente imprópria para banho. Boas ondas pros dois lados surfei aqui com meus amigos Seu Zé, Djalmo e Pantufa.



* Praia da Solidão
Com quase 1 km de orla e mar bravo, é freqüentada por pescadores e surfistas. Mas também há águas calmas aqui, tanto no rio que deságua próximo, onde as crianças adoram brincar, como na piscina natural formada por uma cascata. Bem na frente das pedras no meio da praia peguei varias ondas abrindo pros dois lados com meus amigos Seu Zé e Djalmo de Franceschi.



*Guarda do Embau
É a primeira reserva mundial de surf do Brasil. Para alcançar a praia, atravessa-se o rio com canoas ou a nado, ou, então, pela trilha do morro. Moldada pela foz do Rio da Madre, a onda da Guarda sofre grandes variações e depende do nível de chuvas, pois os bancos de areia alteram-se constantemente. No canto esquerdo, as esquerdas são sempre mais cavadas. No meio da praia, ondas em picos quebram para os dois lados.



*Ouvidor



*Rosa Norte
Há apenas um acesso para automóveis que vão em direção ao Rosa Norte. E ele começa na subida da estrada principal. Após estacionar na estrada de lajotas, inicia-se uma leve camainha por trilha até a beira da praia. O vento norte é terra, e quando a ondulação esta de leste ou sudeste, surgem esquerdas e direitas com volume e com muita área o que possibilita um amplo repertorio de manobras.



*Ferrugem
É uma das melhores praias para o surfe. Jovens se reúnem no canto esquerdo; e as famílias no direito, por causa das piscinas naturais. À noite, bares e danceterias lotam até de manhãzinha. Aqui sim acho que peguei o melhor mar da minha vida direitas longas indo em direção do morro até a beira, perfeito muitas manobras por onda.



*Barra de Ibiraquera
Praia mais badalada da cidade tem os melhores ventos do estado para a pratica de Wind e kitesurfe. Na orla, casas de veraneio e pousadas. No canto esquerdo, um morro a separa da Praia do Luz.



*Itapirubá
No meio do caminho entre Laguna e Imbituba, tem estrutura independente e abriga a sede do Projeto Baleia Franca. A Orla é urbanizada. Aqui sim peguei ondas clássicas bem perto do morro na Itapirubá Norte ou como chamam Mariscal.



*Cavalinho



*Praia do Gi



*Molhes de Laguna



*Praia dos Molhes
Na parte norte da Praia Grande, fica na foz do Rio Mampituba, e tem alguns trechos poluídos. As ondas fortes costumam atrair surfistas. Já peguei bons tubos aqui.



*Praia Grande
A mais urbanizada, próxima ao centro e a hotéis e pousadas. Nos dias de sol, a areia é um mar de guarda sois e o calçadão, cheio de bares e quiosques, vira point de jovens e adolescentes.



*Prainha
A faixa de areia é estreita, mas, para compensar, há um bonito gramado. O mar tem fundo rochoso, e alguns trechos da praia são perigosos pra banho.



*Praia da Cal
Freqüentada por famílias, numa região com muitas casas de veraneio e quase nenhum hotel. Na areia, muitos guarda sois e poucos ambulantes. O calçadão, que margeia o Morro do Farol, é bom para caminhar. Na ponta direita, acesso à Torre do Meio.



*Praia da Guarita
É unanimidade esta é a praia mais bonita de Torres. Fica entre a Torre do Meio e a Torre Sul, resguardada, em enseada fechada pelos dois costões. O mar, represado, é agitado, bom para surfistas, ruim para banhistas. Há poucas barracas na areia e o clima é de sossego. Não deixe de ver a Pedra da Guarita nem de subir no topo da Torre Sul, de onde há uma bela vista. Onde peguei as melhores ondas em Torres, com ondas pra esquerda conectando no insade pra direita em torno de 5 a 6 manobras por onda.



*Praia Itapeva
Sem barracas, quiosques ou ambulantes. O mar é tranqüilo e a praia é boa para caminhar. Os carros circulam pela areia. Ondas boas no cantão onde tem um morinho que entra pra dentro do mar.



*Praia Rondinha Velha

*Praia Areias Brancas

*Praia Arroio do Sal
Praia que passei muitos anos e adoro de mais esta praia, ganhei alguns campeonatos de surf e fui bi campeão do circuito de surf de lá.



*Praia Figueirinha

*Praia Capão Novo Village
Praia dos meus primos Mateus e Arthur.

*Praia Capão da Canoa
(51) www.capaodacanoa.rs.gov.br A praia central concentra o comercio e as atividades turísticas, a cidade ferve no verão. Cheia de prédios e pousadas

*Praia Atlântida
É preferida dos jovens, que procuram as ondas boas para o surfe e aproveitam o agito dos bares montados na praia. Nas noites de verão. A temperatura sobe nas danceterias que funcionam na orla e nos arredores. Há ainda uma longa plataforma de pesca.



*Praia Harmonia

*Praia Mariluz

*Praia Nordeste
Praias onde tive alguns bons findes nas casas dos meus amigo Norberto, Batata, Bruno e Paula.

*Praia Presidente

*Praia de Tramandaí
(51) www.tramandai.rs.gov.br Um dos balneários mais movimentados do Rio Grande do Sul, delimitado por uma lagoa, um rio e o mar, é freqüentado por moradores de Porto Alegre. Pescadores costumam ficar na ponte sobre o Rio Tramandaí. A mais popular de todas as praias do litoral gaúcho tem 10 km de areia dura e escura, além de quadras poliesportivas e pistas de skate espalhadas pela orla. Há uma plataforma de pesca. Praia dos bate volta e também a primeira praia que fui com meu amor a Tay.



*Praia Oásis Sul
Passei alguns verões lá com o Luiz Henrique (Toco) e o Henrique.

*Praia Jardim Atlântico

*Praia Jardim do Éden

*Praia de Salinas
Há uma plataforma de pesca.



*Praia de Nazaré
Primeiro lugar onde surfei.

*Praia de Cidreira
(51) www.cidreira.rs.gov.br Durante o verão, o balneário vê sua população se multiplicar: salta de 10 mil para cerca de 150 mil pessoas. A orla é repleta de dunas e casas de veraneio, muito procuradas por famílias com crianças. Extensa, de águas rasas.

*Praia de Pinhal
Areia fina e clara e casas de veraneio na orla; ocasionalmente imprópria para banho.

*Praia de Quintão
Tem dunas moveis que invadem a rodovia, ganhei meu primeiro campeonato de surf, bem no dia do meu aniversario, estavam comigo: Feijão, Raquel e irmão.

*Praia do Cassino
(53) O distrito da cidade de Rio Grande, tem o mesmo nome daquela que é a praia mais longa do mundo, com impressionantes 212 km de extensão, ela vai dos molhes da Barra, em Cassino, até a Barra do Chuí, em Santa Vitoria do Palmar. Percorrer a areia de carro é um habito muito comum, especialmente na alta temporada (nos meses de inverno alguns estabelecimentos fecham, mas os kitesurfistas são presença constante durante o ano todo). Quem gosta de movimento deve esticar a canga na região central de Cassino. Ao sul fica sua porção mais deserta. É mais movimentada na região central, ao redor da estatua de Iemanjá, a 15 km está localizado um navio encalhado, pertinho da areia. Estive lá com Gilberto Nogueira e Alexandre Fenner pra divulgarmos a marca de pranchas Index Krown.

Informativo nº 184


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segunda-feira, 30 de setembro de 2019

QUILHAS

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Descrição

Quilhas Soul Fins SW1 - Padrão FCSII - Triquilha
Similar FCSII Media



Produzidas em polímero de engenharia de alta qualidade, as quilhas Soulfins são leves e resistentes.

Acabamento superficial com detalhes texturizados.

Indicada para surfistas de até 80kg e ondas até 1,5m.



Peso unitário: 65g.

Base: 109 mm | Altura: 112 mm.

Acompanha chave de quilha




Descrição

Quilhas Bottom Fins BTT Small Honey Comb (Inside e Double Foil)



Quilha ideal para o surf do dia a dia. Combinação entre manter velocidade com maior controle, proporcionando firmeza no momento das curvas e maior pressão nas manobras.




O Double Foil (dupla passagem de água) característico desse modelo, traz estabilidade nas curvas, enquanto o Inside Foil (conclave interno nas quilhas laterais) gera velocidade protegendo o surfista na onda.




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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

CONSERTO DE PRANCHAS DE SURF


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segunda-feira, 29 de julho de 2019

POINT OU PICO?


EM INGLÊS
Back Door – extremidade da onda que quebra da direita para a esquerda, olhando da praia.
Back Side – posicionamento do surfista de costas para a onda.
Beach Break – pico com fundo de areia.
Big Rider – Surfista que pega ondas grandes.
Bottom – parte do fundo da prancha.
Bottom Turn – manobra que o surfista faz uma curva na base da onda em direção à crista da onda.
Crowd – muita gente querendo surfar na mesma área.
Cut Back – manobra em que o surfista faz um “esse” voltando em direção contraria da onda e depois retornando na direção normal.
Deck – parte de cima da prancha.
Drop – descer a onda até a base.
Evolution – prancha com mais espessura e largura e com o bico arredondado.
Expression Session – competição onde todos os surfistas entram na água juntos na busca da melhor manobra.
Flat – mar sem ondas.
Floater – manobra em que o surfista desliza sobre a crista da onda.
Free Surfer – é quem não entra em campeonatos, surfista por prazer.
Front Side – posicionamento do surfista de frente pra onda.
Grommett – surfista que tem entre 10 e 12 anos.
Goofy – surfista que posiciona o pé direito na frente.
Gun – prancha para ondas grandes.
Inside – parte do mar onde fica a primeira arrebentação.
Leash – cordinha utilizada para prender o surfista à prancha.
Lip – crista da onda.
Line Up – linha imaginaria onde o surfista se posiciona para pegar a onda.
Long John – roupa de borracha para o corpo inteiro.
Outline – contorno da prancha de surf.
Outside – parte do mar após a arrebentação.
Strap – o mesmo que leash.
Trip – viagem de surf.
WT – World Tour – 1° divisão do circuito mundial de surf.
Wipe Out – quando o surfista leva um tombo.
WQS – World Qualifying Series – 2° divisão do circuito mundial de surf.
Point – praia com ondas boas para surfar.
Point Break – mar com fundo de pedra.
Quiver – quantidade de pranchas de cada surfista.
Reef break – mar com fundo de coral.
Rip – bem preparado para surfar.

EM PORTUGUÊS
Batida – manobra em que o surfista bate na crista da onda.
Boia – prancha.
Bolha – região da prancha onde a laminação descolou do bloco.
Caldo – quando o surfista cai da onda.
Cavada – manobra em que o surfista faz uma curva na base da onda em direção à crista da onda.
Copinho – acessório fixado próximo a rabeta da prancha para se prender o leash.
Fundo – tarde de baixo da prancha.
Larica – estar com fome.
Leque – desenho formado pela água espirrada pela forte manobra.
Localismo – surfistas que não gostam de outros surfista que não são da área.
Mar gordo – mar com ondas cheias.
Maral – vento que sopra do mar para a terra.
Marola – ondas pequenas.
Maroleiro – surfista que gosta de ondas pequenas.
Merreca – onda pequena.
Merrequeiro – surfista que só gosta de ondas pequenas.
Morra – onda grande.
Pico – praia com ondas boas para surfar.
Pororoca – ondas que vem da terra pro mar ou ondas de rio.
Pro – surfista profissional que recebe salário para surfar.
Quebra coco – onda oca que quebra próxima a praia.
Rabear – é quando um surfista entra na onda que já tem outro surfista.
Regular – quem posiciona o pé esquerdo à frente para surfar.
Série – sequencia de ondas.
Terral – vento da terra pro mar, geralmente o melhor vento para o surf.
Toco – prancha velha, já amarelada e pesada.
Tubo – manobra em que o surfista fica dentro da onda.
Vaca – quando o surfista cai.
Fonte: Revista Vaibe n° 2 e Wave Tools Surf Consertos e Fotos.



Informativo nº 255

Wave tools surf consertos (51) 98411-2753

terça-feira, 9 de julho de 2019

CAPAS TOALHAS PARA PRANCHA DE SURF

Capa Atoalhada para Prancha de Surf


Vários Tamanhos : 6'0 - 6'3 - 6'5 - 6'8 - Funboard e Longboard


Reforço no bico com espuma para maior proteção da prancha.



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