quinta-feira, 31 de março de 2011

DADÁ FIGUEIREDO


Dávio nunca imaginou que seria um ícone. A paixão pelas ondas era ingênua. O que ele queria era apenas surfar. Não importa se fosse numa monoquilha toda torta, feita por ele, enquanto os também surfistas parafinados da praia que freqüentava usavam os foguetes da Aloha ou Trop.
Ele não esperava as series como os metidos locais insistiam, surfava o que aparecia, não se importava com nada, apenas em estar na água. Sua galera era a dos discriminados, a patota da Tijuca, bairro do subúrbio do Rio de Janeiro, a apenas 40 minutos da tão bela e falada Barra. Até que uma turma local o convenceu de que seu talento poderia render dividendos. Ele agora faria parte de uma equipe, e seria domado, até uniformizado. Foi para um grande evento em Florianópolis e saiu de lá como o fenômeno. Pena que tornou-se um dos parafinados, que tanto criticava. Suas roupas coloridas, da marca que explodiu junto com ele, não condiziam com seu espírito rebelde ou podemos dizer único. Seu surf era uma forma de se expressar, com as manobras loucas, radicais, modernas. Sim, ele estava à frente de nosso tempo. Nós, apenas humanos, é que não nos tocamos que o futuro esteve diante dos nossos olhos, o tempo todo, na forma divina de Dadá.
Tentando ser alguém que não era, Dávio voltou de uma trip na África do Sul diferente. Não usava mais as roupas coloridas. O preto, o dark, o negro eram sua nova, ou quem sabe, real mensagem.
As atitudes irreverentes, o corte punk e as drogas pareciam ser a passagem para a liberdade que ele tanto procurava. Não eram. Longe disto. Ficou cada vez mais aprisionado.
Perdeu seu momento, sua juventude, quase virou pó.
Só que os grandes sabem aproveitar as oportunidades e ele se tornou um exemplo.
Aquele que não era levado a serio passou a dar lições de vida. Pai de família, marido, professor, pastor, assim é Dadá Figueiredo, um cara simples, bacana, feliz e livre.
A tal cobiçada felicidade só veio depois que ele conseguiu se descobrir e colocar para fora todos seus medos assumindo para si que fazer o que deseja não significa ser contra as regras e normas da sociedade. Seguindo seu precioso intimo ele pode recomeçar sua vida, muito mais consciente da dádiva que lhe foi concedida, sentindo um enorme prazer de passar para as puras crianças o gostoso ato de surfar.
O cisne negro do surf brasileiro se transformou num magnífico modelo de como é importante fazer o que se gosta, seguir os instintos e tentar ser o mais verdadeiro possível com o seu lado interior.
Dadá Figueiredo nunca quis ser estereotipo de nada, mas acabou sendo o ídolo dos oprimidos, da necrose social, e agora, dos seus alunos. Fonte: (Revista Fluir nº 288 – http://www.fluir.com.br/).
Informativo nº 94
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segunda-feira, 28 de março de 2011

RIO MAMPITUBA – TORRES


A boca do rio mais famoso do Rio Grande do Sul tem seus momentos épicos, privilegio dos surfistas locais que dominam o pico nos dias em que a vala do Mampituba esta rodando. São linhas perfeitas, negras e azeitadas, na combinação de fatores naturais que formam esse cenário tão cobiçado. De um lado a Praia dos Moles e do outro lado Passo de Torres, no meio da correnteza de um rio que corre entre os moles para o mar. O vento certo, a ondulação certa, a maré certa e aqui temos o Mampituba session. Quem viu, viu. Fonte: (Revista Solto nº55 – http://www.solto.com.br/)

Informativo nº 30

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sexta-feira, 25 de março de 2011

FUNDOS



As principais variáveis do fundo da prancha são as curvas de fundo (rocker) e o formato da sua superfície. As curvas mais acentuadas são usadas em pranchas para ondas maiores e mais cavadas, e curvas menos acentuadas em pranchas menores e para ondas cheias. Existe uma infinidade de possibilidades de configurações de fundo. Você pode usar um concave no meio da prancha, passar para double concave entre as quilhas e deixar flat na rabeta, por exemplo. Aqui estão os básicos.
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Flat: o fundo reto é o mais básico e o que menos interfere no funcionamento da prancha, normalmente usado do meio para o bico.
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V-botom: o fundo em “V” é mais usado nas pranchas medias e grandes, principalmente na área entre as quilhas. Ela facilita a troca de bordas, mas tende a diminuir a velocidade da prancha. Isso pode ajudar em ondas grandes e tubos mais cavernosos.
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Concave: o fundo côncavo é oposto ao fundo em “V”, aumentando a pressão do fluxo de água que corre pelo fundo da prancha devido a sua canalização. Isso gera mais velocidade.
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Double concave: uma combinação funcional para pranchas medias e grandes é o canal duplo entre as quilhas. Deixa a prancha com uma troca de borda mais sensível e projetável pelo trabalho dos dois concaves.
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Canaletas: as canaletas foram muito usadas nas décadas de 80 a 90. Sua função é semelhante a do fundo côncavo: aumentar a velocidade de saída da água, canalizando seu fluxo. Mas também há shapers que gostam do efeito de direcionamento de mais água para as quilhas. Podem ser retas ou curvas, feitas entre as quilhas ou até mais próxima ao meio da prancha. A verdade é que essa opção é motivo de estudos até hoje e deve ser utilizada para quem sabe, ou imagina, exatamente o que procura.
Fonte: Guia de Pranchas Fluir nº 300 (http://www.fluir.com.br/)

Informativo nº 136

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segunda-feira, 21 de março de 2011

TRAMANDAÍ - 30.01.11

Aéreo mas caindo

Boa batidinha de front
Renato DSD boa rasgada

Agua transparente

Piolho entrendo no mar

Muito boa escalada na espuma (Émerson Piolho Iori)

Batida forte de back

Mai uma rasgada do Renato DSD

Floater na junção
Fotos: Wave Tools Fotos.

quinta-feira, 17 de março de 2011

FUNDAMENTOS

O tamanho da prancha varia de acordo com a altura do surfista, o tamanho e tipo de onda a ser surfada e as habilidades e pretensões de cada um:
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Altura do surfista / Tamanho da prancha
1,70m a 1,75m ...............5’11’’ a 6’0’’
1,75m a 1,80m ...............6’0’’ a 6’1’’
1,80m a 1,85m ...............6’1’’ a 6’2’’
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Surfistas com alguma habilidade e experiência devem usar pranchas 2 a 3 polegadas maiores que a própria altura. Dessa forma, um bom surfista que mede 1,77m deve ter sua pranchinha básica variando entre 6’0’’ a 6’1’’. Pessoas de menor estatura podem ter a variação um pouco maior em relação ao seu tamanho. Ou seja, surfistas menores que 1,70m devem definir o tamanho da sua prancha normal de 3 a 5 polegadas a mais que sua estatura. Já os mais altos, devem variar menos o tamanho de sua prancha. Surfistas com mais de 1,85m devem usar pranchas de 1 a 2 polegadas maiores que sua altura.
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Há uma tendência em diminuir esse padrão. Porem, a largura e espessura devem compensar, para que o volume da prancha não diminua muito na proporção, prejudicando a remada.
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Iniciantes devem optar por uma prancha de algumas polegadas a mais que as sugeridas acima, para ter mais estabilidade, remada e diversão. Longboards, Funboards e Pranchas Evolution são perfeitas para se começar.
Fonte: Guia de Pranchas Fluir nº 300 (www.fluir.com.br)
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Informativo nº 131

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quarta-feira, 16 de março de 2011

2º ETAPA - CAMPEONATO GAÚCHO DE DOWNHILL - LINHA EULÁLIA - BENTO GONÇALVES - 19 E 20 DE MARÇO DE 2011


RESULTADOS:
FEMININO
1º - 001 - Gilmara Leiner - Voodoo DH Racing - Porto Alegre - 6:24:40
MASTER C
1º - 901 - Danilo Spader - Unirace - Garibaldi - 5:39:03
INFANTO JUVENIL
1º - 476 - Jaison Tressoldi Gamba - Biker's House - Osorio - 5:17:35
RIGIDA
1º - 801 - Marcelo Smaniotto - Avulso - Gravatai - 4:03:34
ESTREANTE
1º - 721 - Leonardo Goisso - ECDM - Bento Gonçalves - 3:40:69
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JUVENIL
1º - 515 - Mauricio Volpato - Moda Alternativa - Marau - 3:36:77
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MASTER B
1º - 607 - Adriano Cardoso - Pé de Vela - Porto Alegre - 4:33:29
MASTER A
1º - 308 - Felipe Spader - Unirace - Garibaldi - 3:21:39
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JUNIOR
1º - 101 - Alisson Matje - ADHV - Portão - 3:20:42
SUB 23
1º - 411 - Eduardo Bianchi - ADHV/Dal Castel Bikes/SD Disign - Bento Gonçalves - 3:20:31
SUB 30
1º - 208 - Rodrigo Campeol - Avulso - Farroupilha - 3:23:11
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ELITE
1º - 002 - Lucas Bertol - ADHV - Bento Gonçalves - 3:06:75
2º - 023 - Thiago Velardi - ZM Bike Service DQ Sports - Jundiai/SP - 3:15:16
3º - 005 - Leonardo Griebeler - Unirace/Ride Bike - Caxias do Sul - 3:16:90
4º - 024 - Andre Bretas - Santa Cruz - Governador Valadares - 3:21:27
5º - 026 - Frederico Vieira - Avulso - Luziana - 3:29:75
PROGRAMAÇÃO . SÁBADO 19 de março . 08:30 h Treinos livres na pista/Inscrições abertas 11:30 h Encerramento das inscrições e treinos 13:00 h TOMADA TEMPO CLASSIFICATÓRIA . DOMINGO 20 de março . 09:00 h Treinos livres 12:00 h TOMADA DE TEMPO OFICIAL 16:00 h Premiação da prova

segunda-feira, 14 de março de 2011

POUSADAS DE PRAIAS VALORES ENTRE R$ 400,00 A R$ 599,00

ILHA DO PAPAGAIO Palhoça/SC A ilha particular transformada em pousada está inserida em uma Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca. Excelente ponto para a observação desses mamíferos – entre os meses de julho e novembro –, a Ilha do Papagaio é cercada por belezas naturais. Praias paradisíacas e trilhas em meio à mata atlântica compõem o cenário perfeito para casais em lua de mel. Para ocupar o dia, atividades de lazer e esporte, como vôlei de areia, frescobol, piscina, massagens, passeios de barco e mergulho são algumas das opções. À noite, a pedida é um jantar romântico no restaurante da pousada, onde é possível saborear ostras e mariscos frescos. Serviço: Ilha do Papagaio, s/nº, Ponta do Papagaio, Palhoça, SC, Tel: (48) 3286-1242, http://www.papagaio.com.br/, papagaio@papagaio@com.br. Preços: Diárias a partir de R$ 558,00 para duas pessoas, com café da manha. Cobra 9,5% de taxa de serviço.

QUINTA DO BUCANERO GUEST HOUSE Praia do Rosa/SC Descoberta por surfista na década de 1970, a Praia do Rosa é ideal para a pratica de esportes náuticos, como surf, windsurf, kitesurf. A Quinta do Bucanero fica de frente para essa praia de ondas fortes, considerada uma das melhores do litoral sul do País. Além da bela paisagem, quem se hospeda na pousada pode usufruir da piscina com vista para o mar e de acomodações amplas e confortáveis. Rodeada por 17 mil m2 de área verde, é ideal para quem busca privacidade. Serviço: Entrada Geral do Rosa, s/nº, Praia do Rosa, Imbituba, SC, Tel: (48) 3355-6056, http://www.bucanero.com.br/, bucanero@terra.com.br. Preço: Diárias a partir de R$ 430,00 para duas pessoas, com café da manha. Cobra 10% de taxa de serviço.

POUSADA LE RELAIS LÁ BORIE Armação dos Búzios/RJ A pousada, na Praia de Geribá, é de donos franceses, que imprimiram um pouco de sua cultura no restaurante Chez Françoise, cuja especialidade são os pratos de frutos do mar e a cozinha francesa. Nos quartos – são 40 – há camas Pierre Cardin e as principais suítes têm vista para o mar verde e transparente de Búzios. As piscinas aquecidas garantem o banho noturno mesmo nos períodos de inverno. Quem preferir pode ir até a orla curtir o agito noturno da cidade. Serviço: Rua dos Gravatás, 1374, Praia de Geribá, Armação de Búzios, RJ, Tel: (22) 2620-8504, http://www.laborie.com.br/, laborie@laborie.com.br. Preço: Diárias a partir de R$ 544,00 para duas pessoas, com café da manha.

VILA D’ESTE Armação de Búzios/RJ As belezas de Búzios foram exaltadas internacionalmente por Brigitte Bardot. A cidade retribuiu a gentileza da atriz com uma estatua em sua homenagem. De frente para a obra, sobre um morro cercado de mata nativa, a Vila D’Este é uma opção de hospedagem para quem visita este paraíso fluminense. Com praias, ilhas e morros, o lugar oferece diversas atividades para o dia e muita badalação nos restaurantes e bares à noite. As instalações da pousada, como a piscina com vista para o mar, são ideais para momentos de lazer e relaxamento. Serviço: Alto do Humaitá, 11, Centro, Armação de Búzios, RJ, Tel: (22) 2623-1546, http://www.viladeste.com.br/, reservas@viladeste.com.br. Preço: Diárias a partir de R$ 407,00 para duas pessoas, com café da manha.

POUSADA DO TOQUE São Miguel dos Milagres/AL A Pousada do Toque bem que poderia ser um resort, com tantas opções de lazer e relaxamento que oferece. A área, que é toda gramada, acolhe os chalés, espalhados pela propriedade e dividindo lugar com hortas, jardins, quadra de tênis e piscina. O chef Nilo Burgarelli comanda o restaurante, de onde saem pratos elaborados com peixes e lagostins, considerados as melhores pedidas. Se isso não bastar, o mar é bem em frente, verde e calmo, a exemplo do que pode ser visto em toda a extensão do litoral alagoano. Serviço: Rua Felisberto de Ataíde, Sítio Santo Antônio, s/nº, Povoado do Toque, São Miguel dos Milagres, AL, Tels: (82) 3295-1127 / 9600-4550, pousada@dotoque.com, http://www.pousadadotoque.com.br/. Preço: Diárias a partir de R$ 510,00 para duas pessoas, com café da manha.

JACARÉ DO BRASIL CASAS Porto Seguro/BA As casinhas de 1 ou 2 quartos, todas com cozinha, são boas para ir com a família toda ou com os amigos. Um esquema de serviços personalizados também é destaque na Pousada Jacaré do Brasil Casas, sendo que o hospede pode, além de desfrutar de mimos, como celular com linha local e TV de plasma, ligar para a recepção e agendar massagens ou pedir par que um chef de cozinha vá lhe preparar um jantar na casa. A localização também ajuda, já que está no Quadrado, a pracinha de casinhas coloridas que é uma das atrações da região, e a Praia de Trancoso, onde as falésias de 400 metros encimadas por coqueiros verdinhos fazem às vezes de cartão-postal. Serviço: Praça São João, 9, Trancoso, Porto Seguro, BA, Tel: (73) 3668-1667, http://www.jacaredobrasilcasas.com.br/, reservas@jacaredobrasil.com.br. Preço: Diárias a partir de R$ 468,00 para duas pessoas, com café da manha. Cobra 10% de serviço. . 
ALDEIA DA MATA RESOT DE NATUREZA Uruçuca/BA Erguida entre a mata atlântica e a praia, a Aldeia da Mata fica próxima de dois santuários naturais: Ilhéus e Itacaré, na Bahia. Integrada ao ambiente, conta com 12 bangalôs espalhados por um jardim tropical e varandas voltadas para a mata ou para o mar. O complexo hoteleiro, que reúne praia e campo em um só lugar, oferece atendimento personalizado e privacidade aos hospedes. Na área de lazer, dispõe de piscina com vista para o mar e SPA, com massagens aromáticas e hidromassagem. Serviço: Rodovia Ilhéus-Itacaré (BA-001), km 31,5, Serra Grande, Uruçuca, BA, Tels: (73) 3229-6041 / 3086-2999, http://www.aldeiadamata.com.br/, info@aldeiadamata.com.br. Preço: Diárias a partir de R$ 450,00 para duas pessoas, com meia-pensão. Cobra 10% de taça de serviço (opcional). Fonte: Guia de Pousadas de Praia (http://www.revistaonline.com.br/). Wave tools surf consertos (51) 8411-2753

quarta-feira, 2 de março de 2011

MAHALO


Wave tools surf consertos (51) 8411-2753 . Mahalo . “A sombra dos coqueiros, a brisa batendo no rosto, enquanto a água de coco gelada refresca o corpo sobre a areia branca e fofa da praia”. . A água salgada, o corpo molhado, o brilho do sol no mar, enquanto a prancha de surf leva o corpo e mente a uma sombra virgem e exclusiva, de um mundo mais bonito dentro de uma onda tubular. . Essa é a sensação que brota naturalmente, cuja essência é viver no amor, em uma só estação, um sentimento sincero, um eterno verão. . Sombra e água salgada. Fonte: (www.mahalo.com.br)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

WAVE GARDEN WAVE POOL SURFING

 Neste mês de fevereiro todas as atenções se voltaram para um mistério Europeu, precisamente na Espanha rumores de um projeto revolucionário deixaram o mundo do surf na expectativa para descobrir o que estava por vir. Precisamente no dia 15 de fevereiro foi inaugurado o tão esperado Wave Garden realmente se trata de um "Jardim de Ondas". Uma arena feita dentro de um lago com extensão de 250 metros que cria ondas perfeitas e tubos de até 30 segundos capazes de virar a cabeça de qualquer surfista. Com repercussão por todo o mundo, o projeto promete revolucionar o cenário do surf, já que agora existe realmente uma “arena de testes” para surfistas. Até então apenas algumas piscinas de ondas conseguiam representar fielmente a sensação de surfar fora do mar, mas ondas tão perfeitas como estas eu nunca tinha visto. Parece que cada vez mais o mundo do surfe busca alternativas para satisfazer o prazer de deslizar sobre as ondas, mesmo distante do oceano essa realidade se torna cada vez mais real, esperamos que essa idéia chegue aqui no Sul do Brasil e que sem dúvidas fará tamanho sucesso. FONTE: Site Ondas do Sul (www.ondasdosul.com.br)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A PRANCHA DO VERÃO




Wave Tools surf consertos (51) 8411-2753
A PRANCHA DO VERÃO

Combinando flat deck, com “old school outlines”, fundo com baixo “entry”, leve double concave no centro e acentuando-se entre as quilhas, e terminando com single concave, proporciona uma sensação de prancha solta e fina apesar de manter boa flutuação na remada.

Com este design, deixou a prancha rápida e solta, fazendo a prancha uma das sensações do verão Australiano.

Use esta prancha 3 a 4 polegadas menor que a sua.

Tamanho / Meio / Flutuação
5’4’’ - 18 3/4 - 2
5’6’’ - 19 1/4 - 2 1/8
5’7’’ - 19 1/4 - 2 1/8
5’8’’ - 19 1/2 - 2 1/4
5’9’’ - 19 1/2 - 2 1/4
5’10’’ - 19 3/4 - 2 3/8
5’11’’ - 19 3/4 - 2 3/8
6’0’’ - 20 - 2 1/2
6’1’’ - 20 - 2 1/2
6’2’’ - 20 1/2 - 2 5/8
6’3’’ - 20 1/2 - 2 5/8
6’4’’ - 20 1/4 - 2 3/4
6’5’’ - 20 3/4 - 2 3/4


Fonte: Guia de Pranchas Fluir nº 300 (http://www.fluir.com.br/) e JS Surfboard (http://www.jsindustries.com/)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

CUIDADO QUANDO FOR COMPRAR


Preste muita atenção quando for comprar suas mercadorias no camelódromo, pois tem muitas lojas boas e com bastante respeito ou consumidor. Mas infelizmente também tem algumas lojas que tentam enganar o consumidor. Fui comprar um Celular com GPS, escolhi o modelo F 035 celular muito bom, mas infelizmente o GPS não estava funcionando, pois ele não estava localizando o celular, tentei ir trocar e todos os celulares da loja estavam assim, pois eles não sabem o programa certo pra baixar e ainda por cima falaram que até os próprios GPS deles eram assim, só davam a rota e não te guiavam. Então muita atenção quando forem ao Shopping do Porto também conhecido como camelódromo, e principalmente na loja LL ELETRÔNICOS - LOJA: 530 - CORREDOR: 6 - RUA VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA, 220 - CENTRO - PORTO ALEGRE - RIO GRANDE DO SUL

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

NÃO SOMOS A NASA MAS TEMOS O SEU FOGUETE


Pranchas novas sob medida direto das fabricas (Netuno, RW, Index Krown e Trench Town).
Pranchas usadas de varias marcas.
Acessórios das melhores marcas.
Conserto de pranchas em geral.
Av. Brino, 82 - São João - Porto Alegre - Rio Grande do Sul.
Falar com Émerson (51) 8411-2753.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O QUE É MOUNTAIN BIKE E SUAS MODALIDADES


Wave tools surf consertos (51) 8411-2753 O QUE É MOUNTAIN BIKE E SUAS MODALIDADES Se considerarmos mountain biking como andar de bicicleta em montanhas, tudo começou quando inventaram as primeiras bicicletas, mas se levarmos um pouco a sério, tudo começou quando foram inventadas as bicicletas de marcha. É claro que existiam pessoas que tentavam fazer mountain bike com bicicletas sem marcha, malucos ou masoquistas. Com o invento das marchas e, consequentemente de outros "acessórios", mountain biking passou de sofrimento para diversão e, é até mesmo um esporte popular, principalmente nos EUA e na Europa.

Hoje em dia o esporte cresce cada vez mais e até mesmo a ESPN está transmitindo competições. A coisa ficou ainda melhor com as competições de downhill (competição apenas com descidas muito íngremes), que são rápidas e divertidas de assistir. O único problema é que, com os preços das bicicletas e acessórios, o esporte não pode ficar popular, especialmente no Brasil. Para quem não sabe, hoje em dia, uma bicicleta considerada "decente" para uma competição profissional custa no mínimo $2500 dólares, isso mesmo, dois mil e quinhentos dólares. Apesar dos preços variarem de $100 pra $7000 mil dólares, ninguém, com uma bicicleta de $100, pode competir com uma de $7000, por motivos óbvios. No Brasil isso é ainda pior porque as bicicletas custam quase o dobro do preço e ninguém gasta muita grana numa bicicleta por medo de assalto. Para acabar com todos esses problemas, seria preciso que o esporte ficasse popular, principalmente através da televisão, porque com isso os preços baixariam em função da lei da oferta e procura. Assim, todos, ciclistas e vendedores, ficariam satisfeitos. Isso, infelizmente, é sonho. O Mountain Bike tem 6 categorias principais: Cross Country, Downhill, Dual Slalom, Freeride, Trial e Uphill.

Cross Country - São corridas de longa distância, mais de 30 Km normalmente, chegando as vezes a mais de 100 Km com terreno variado e com várias subidas e descidas. Normalmente os circuitos não são muito técnicos e podem ser circuitos fechados com várias voltas ou ponto a ponto (trip trail). Para praticar você precisa ter uma bike leve, quanto mais leve melhor, de boa qualidade e você precisa ter muita resistência física. As velocidades máximas normalmente não passam de 50 Km/h.
Downhill - Apenas descidas. Normalmente as pistas são bem íngremes e técnicas, com pedras, saltos, raízes e outros obstáculos. São pistas curtas, normalmente uns 4 km. A velocidade pode passar de 80 Km/h em alguns trechos. Para participar é necessário ter acessórios especiais de proteção e uma bike feita especialmente para essa modalidade, com duas suspensões, pneus grossos, freios a disco, etc. O peso da bike não importa, pois só há descidas.
Dual Slalom / 4X - É como o Slalom do Esqui, mas com dois competidores correndo em pistas paralelas. São colocadas bandeiras por onde o piloto deve passar, fazendo muitas curvas fechadas. E correm dois competidores ao mesmo tempo em pistas paralelas e quase idênticas. Normalmente se usa bikes de downhill para descer, mas já estão sendo fabricadas bikes especialmente para dual slalom. As descidas também duram pouco como no downhill. Atualmente a modalidade evoluiu para o 4X (four X), onde usa-se uma pista única e correm 4 pilotos por vez.

Freeride - Normalmente, as bikes de downhill só servem para descer e as de cross country só tem suspensão dianteira e não aguentam "o tranco". A bike de freeride seria o meio termo: O conforto e precisão do downhill com a praticidade e leveza do cross country. Mas nem tudo é maravilha, profissionalmente esse tipo de bike não serve para muita coisa. Mas o objetivo é esse, ela foi feita pra pessoas que gostam de pedalar seriamente, mas não num nível profissional. Hoje em dia já existem competições de freeride, onde são julgados técnica, dificuldade e estilo, ao invés de rapidez.
Biketrial - É uma categoria onde o competidor precisa passar obstáculos grandes como: latões de lixo, escadas (subindo, é claro), mesas de camping (aquelas bem altas), carros e esse tipo de coisa. Ganha o competidor que menos encostar o pé no chão. As bikes normalmente usam quadros muito pequenos, aros menores, freios hidráulicos e pneus bem vazios para o competidor poder "quicar" melhor. Fonte: www.pedal.com.br

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

WQS PRIME - HANG LOOSE PRO CONTEST - FERNANDO DE NORONHA - BRASIL - 15 A 20 DE FEVEREIRO DE 2011


RESULTADO:
  • 1º Alejo Muniz (BRA)
  • 2º Dion Atkinson (AUS)
  • 3º Travis Logie (ZAF)
  • 3º Heitor Alves (BRA)
  • 5º Masatoshi Ohno (JPN)
  • 5º Jihad Khodr (BRA)
  • 5º Hizunome Bettero (BRA)
  • 5º Shaun Joubert (ZAF)

Assista ao vivo direto de Fernando de Noronha o WQS Prime

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domingo, 13 de fevereiro de 2011

POUSADAS DE PRAIAS: PODE ENTRAR, A CASA É SUA


Wave tools surf consertos (51) 8411-2753 POUSADAS DE PRAIAS: PODE ENTRAR, A CASA É SUA Deixar tudo pra trás, transito, estresse, preocupações e poluição de uma grande cidade, e ir morar em uma praia paradisíaca é sonho de muitos. A maioria, porem, realiza esse desejo apenas parcialmente, durante um mês por ano e, ainda assim, no período de férias. Entretanto, tem gente que larga tudo por esse sonho, que acaba virando realidade. São justamente esses empreendedores realizados que recebem os turistas de portas abertas em suas “casas”, espalhadas por todo o litoral brasileiro.

Sabe aquela sensação de se sentir bem à vontade, há anos luz dos protocolos de etiqueta que a maioria dos hotéis estrelados acabam, ainda que sem querer, impondo aos hospedes. Pois é este é apenas um dos diferenciais das aconchegantes pousadas de praias, espalhadas por toda a costa brasileira. Atrativo maior, porem, é o tratamento dispensado pelos anfitriões, quase sempre os próprios donos da pousada, que, por morarem no local, conferem um estilo único e extremamente personalizado ao empreendimento. Desta forma, fica fácil compreender o porquê de, geralmente, o turista não ter a menos vontade de voltar para sua cidade quando a temporada chega ao fim, de tão bem tratado, ninguém quer saber de ir embora. Fonte: Guia de Pousadas de Praia nº 5 (www.revistaonline.com.br)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

QUER COMPRAR SUA PRANCHA USADA OU NOVA ?

Você esta querendo trocar de prancha?
Aqui é o lugar de Porto Alegre mais certo para isto.
Temos Pranchas Usadas em ótimo estado a partir de 200,00
E também temos pranchas zero ou por encomenda direto das fabricas Netuno, RW, Index Krown e Trench Town.
Fale conosco (51) 8411-2753 ou venha nos visitar na Av. Brino, 82 - Porto Alegre

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

ENERGIA EÓLICA


Wave tools surf consertos (51) 8411-2753  
ENERGIA EÓLICA O termo eólico vem do latim aeolicus. Éolo é Deus do Vento na mitologia grega. Entre as varias fontes possíveis de se conseguir energia elétrica sem agredir o meio ambiente, a energia eólica é considerada uma das mais eficazes.


A energia dos ventos é uma das grandes apostas para os problemas energéticos e ambientais que o planeta já começou a enfrentar. O relatório da Associação Mundial de Energia Eólica aponta que em 2008, 1% de toda eletricidade global vem da força dos ventos. Parece pouco, mas esta energia, atualmente produzida em mais de 70 países, já representa 40% da energia consumida em algumas regiões.

A energia eólica para gerar eletricidade é explorada pela Alemanha há 20 anos e se espalhou pela Europa. A Espanha hoje é um dos países com maior quantidade de parques eólicos em operação – são cerca de 500; e a Dinamarca se destaca como maior produtor de aero gerador.

Segundo os especialistas, o Brasil tem o maior potencial de produção eólica da America Latina. De acordo com o Atlas Eólico Brasileiro, o pais tem potencial para gerar 143 GW a partir do vento – o equivalente a potencia instalada de dez usinas hidrelétricas de Itaipu. . O estado do Ceara é o principal destaque na geração de energia eólica no Brasil, como o estado com maior potencial de ventos a ser explorado.

Santa Catarina participa do cenário nacional na geração de energia eólica. O estado já possui três usinas consolidadas: O Parque Eólico do Horizonte e a Eólica Água Doce, ambas localizadas no município de Água Doce, no meio oeste catarinense; e o Parque Eólico em Bom Jardim da Serra, localizado no Planalto Serrano.


O Parque Eólico de Osório no Rio Grande do Sul, inaugurado em 2006, é o maior da America Latina e o sexto maior do mundo. Fonte: Revista Juice nº 35 (www.juiceaessencia.com.br)

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

FESTA TRENCH TOWN A PRANCHA IDEAL

Rolou no ultimo dia 28/10 no Barbatana Pub a Festa de Surf da Trench Town, com exposição de pranchas de surf tambem teve a showzera da Banda Planet Roots.


Exposição de pranchas Trench Town
Andrigo Porto Alegre e Jana com seus convidados.
Chacal (Lixador D'Agua), Djalmo (Laminador) e Jhonny B. Good (Shaper)
Jana, Andrigo (Shaper) e Émerson Iori Piolho (Colocador de Quilhas)
Banda Planet Roots

Propaganda é a alma do bom negocio

Show da Banda Planet Roots

Piolho com as pranchas da Trench Town

Pranchas Trench Town a prancha ideal
Fotos: Wave Tools Fotos (51) 8411-2753

terça-feira, 9 de novembro de 2010

KELLY SLATER 10x CAMPEÃO MUNDIAL DE SURF


Slater é 10 Foi um sábado inesquecível para o surf. Além de conquistar o tão sonhado décimo título mundial depois de derrotar o brasileiro Adriano de Souza com uma atuação épica, o norte-americano Kelly Slater fechou com chave de ouro sua participação no Rip Curl Pro Search em Middles, Porto Rico.
Com um novo show na decisão, ele arrancou notas 10 e 8.77 para superar o australiano Bede Durbidge, autor de 7.50 e 6.93. Em dia de muita festa, Slater embolsou US$ 75 mil e faturou sua primeira vitória no Rip Curl Pro Search. Para arrancar nota 10 unânime, o surfista da Flórida acertou uma potente rasgada invertendo toda a direção da prancha, aplicou outra rasgada muito forte e finalizou com um aéreo girando todo o corpo no ar. Na semifinal, Slater havia derrotado o australiano Taj Burrow, que também foi premiado com nota 10 dos juízes neste sábado. Taj vinha embalado pela vitória no confronto espetacular contra o norte-americano Dane Reynolds. Com um tubão, seguido por uma pancada chutando a rabeta e um floater na junção, o aussie complicou a vida do adversário. Reynolds também investiu nos tubos e voou alto para tentar a virada, mas o placar final ficou em 16.50 a 14.17 para Taj. O australiano encontrou um inspirado Kelly Slater pela frente na semifinal e não pôde fazer nada diante da máquina humana. Pelo placar de 16.34 a 14.87, o norte-americano avançou para enfrentar Bede Durbidge, que eliminou o taitiano Michel Bourez na outra semi por 15.87 a 10.36 pontos. Na decisão, Slater novamente mostrou que estava tomado e triturou as ondas de Middles. Com uma velocidade absurda, ele não economizou em aéreos muito altos, floaters insanos e rasgadas impressionantes. Durbidge também jogou duro e fez o possível para segurar o adversário, mas ficou precisando de uma combinação de notas para virar a bateria. O décimo título foi visto de perto pela família e amigos. Nas quartas-de-final, contra Adriano de Souza, o surfista da Flórida disparou na liderança do duelo com dois tubos sensacionais que renderam notas 9.00 e 9.87. Logo na sequência, ele descartou uma nota 8.10. Adriano, que tinha a prioridade da bateria e não acreditou na onda que rendeu 9.87 ao adversário, tentou reagir. O brasileiro somou 6.33 em um belíssimo aéreo rodando de 8.03 num canudo no qual desequilibrou-se ao sair pela porta. Slater saiu da água ovacionado por uma multidão e, às lágrimas, dedicou o décimo título mundial a Andy Irons, falecido na última terça-feira, em Dallas (EUA). Confira entrevista com Kelly Slater em nossas próximas reportagens. Alguns números de de Slater Recordista de vitórias no WCT 43 Vitórias na mesma temporada 7 (96), com Damien Hardman (88) e Tom Curren (90) Recordista de Títulos Mundiais 10 (1992, 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 2005, 2006, 2008 e 2010) Recordista de Títulos Mundias consecutivos 5 (1994-1998) Recordista de vitórias no Pipe Masters 6 (1992, 1994, 1995, 1996, 1999, 2008) Recordista de vitórias consecutivas no Pipe Masters 3 (1994-1996) Título Mundial por antecipação campeão na 9º das 11 etapas (em Mundaka em 2008) Campeão Mundial mais jovem da história 20 anos (1992) Campeão Mundial mais velho da história 38 anos (2010) Vencedor mais velho de uma etapa 38 anos (em Rip Curl Pro em 2010) Maior pontuação em uma bateria 20 pontos de 20 possíveis (na final no Tahiti em 2005)
Fonte: Site Ondas do Sul (www.ondasdosul.com.br)

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

RIP CURL PRO SEARCH DE PORTO RICO ADIADO NO DIA DE HOJE EM LUTO PELO FALECIMENTO DE ANDY IRONS


DEPOIMENTO DE EDINHO LEITE DA ESPN De repente os celulares buscavam informações por toda parte. A internet fez correr a notícia. O tricampeão Andy Irons morreu.

No hotel onde boa parte dos componentes do World Tour estão hospedados os sorrisos tradicionais sumiram rapidamente. Tão rápido quanto a notícia o clima foi ficando cada vez mais triste. Mick Fanning passou por aqui chorando muito. Vários atletas se abraçam. Um número absurdo de acessos derrubou o site oficial da ASP.

Fomos até a casa de Renato Hickel para obter informações oficiais: Andy Irons chegou a Porto Rico em cima da hora para o primeiro dia da janela de espera da etapa, sábado, dia 30 de outubro. Não apareceu para sua bateria.

No dia seguinte ele entraria no 2º round, de repescagem. Na internet, durante nossa transmissão direto de PR, as perguntas sobre o paradeiro de Andy Irons não paravam de chegar. Renato Hickel veio conversar conosco e dar uma declaração oficial que explicava: “Andy Irons não vai correr o segundo round. Ele está muito doente no hotel, com uma gripe muito forte, talvez virose”.
Renato, gerente do World Tour, nos explicou que o médico da ASP não poderia deixar seu plantão na praia com o campeonato acontecendo. Por isso a ASP organizou tudo para que outro médico [ainda não sabemos qual], fosse até o hotel para cuidar dele. Andy, debilitado, recebeu soro no próprio quarto. Ainda não temos a confirmação dando conta de se ele foi para um hospital local ou não.

Soubemos agora que ele insistiu em voltar para sua casa, em Hanalei, no Kawai [Hawaii], mesmo sentindo-se muito fraco. Ao chegar em Dallas, escala do seu vôo para o Hawaii, o médico não permitiu que ele embarcasse, pois apresentava sintomas preocupantes. Diagnosticaram dengue. Não sabemos em quais condições Andy veio a falecer, nem em que momento. A maior dúvida pesa sobre o fato dele, mesmo estando tão mal, não tenha sido internado num hospital.

Esqueço aqui um pouco do jornalismo. Atenho-me apenas ao fato de lamentar muito que isso tudo tenha acontecido, ainda mais a duas semanas do nascimento de seu primeiro filho. Espero que a família, que já emitiu uma declaração oficial divulgada pela ASP, e sua esposa, Lindsay, possam superar a tristeza desse momento.
Fonte: Site Ondas do Sul (www.ondasdosul.com.br)