segunda-feira, 28 de junho de 2010

CADASTRO NACIONAL DE BICICLETAS ROUBADAS


Wave tools surf consertos . CADASTRO NACIONAL DE BICICLETAS ROUBADAS . COMO FUNCIONA O CADASTRO . OBJETIVOS O Cadastro de Bikes Roubadas Brasileiro tem os seguintes objetivos: - Ajudar na recuperação de bicicletas roubadas - Evitar que consumidores e lojistas comprem material roubado - Mapear áreas de risco para ciclistas - Prevenir roubos através da divulgação da forma de agir dos ladrões


COMO FUNCIONA A vítima do roubo preenche o formulário eletrônico, clicando na opção INCLUIR BIKE do menu superior. Ao enviar o registro, o sistema vai gerar um cartaz eletrônico para a vítima, que pode ser impresso para divulgação. O registro fica bloqueado para que a equipe responsável pelo cadastro confira os dados. Após análise, o registro é publicado no sistema e, caso tenha informações suficientes e a bicicleta seja de fácil identificação, um email com o cadastro do roubo é enviado para mais de 200 lojas em todo o Brasil. O nome e email da vítima não ficam disponível no sistema, evitando assim emails não autorizados ou qualquer problema com privacidade. Caso alguém queira entrar em contato com a vítima, é possível enviar um email através de um formulário especial, cujo link fica indicado em cada cadastro. .

QUANTO CUSTA PARA REGISTRAR ? Nada! Todo o processo é gratuito. Fonte: http://www.bicicletasroubadas.com.br

quinta-feira, 24 de junho de 2010

LEPTOSPIROSE


Wave tools surf consertos
. LEPTOSPIROSE
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Leptospirose é uma doença causada pela bactéria Leptospira interrogans, encontrada na urina de alguns animais, principalmente nos ratos. A contaminação ocorre quando a bactéria penetra na pele de pessoas que têm contato com água contaminada pela urina desses animais. Durante e após as enchentes, acontece a contaminação. Pessoas que limpam bueiros e fossas também estão expostas ao contágio. .
Quais os principais sintomas da doença? Febre alta com calafrios que começam de forma súbita, acompanhados de dores musculares em todo o corpo, especialmente nas panturrilhas (batatas da perna), dores de cabeça e barriga, enjôos, vômitos e diarréia. Os sintomas começam, geralmente, após 3 a 14 dias do contato com a bactéria. Em algumas pessoas a doença torna-se grave e pode causar icterícia (olhos amarelos), falha no funcionamento do rim (o paciente pode deixar de urinar ou urinar pouca quantidade), sangramentos pelo nariz, pela urina, pulmões ou estômago.
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Como é feito o diagnóstico da doença? É possível que o médico realize o diagnóstico com razoável grau de certeza, através dos sintomas, história e exame do paciente, além de exames de sangue. A confirmação do diagnóstico de leptospirose, entretanto, é feita com exames específicos que dificilmente estão disponíveis em laboratórios comuns, sendo feitos em centros de referência. A confirmação não é urgente e não precisa ser feita para se poder começar o tratamento. O mais importante é diferenciar e excluir outras doenças que podem ser confundidas com a leptospirose, como septicemias (infecções generalizadas), doença meningocócica (meningite), dengue, hepatite, infecções no rim, febre amarela e malária. .
Existe tratamento para a leptospirose? O paciente pode melhorar e ficar curado sem qualquer tratamento. Para situações mais graves, o paciente deve ser internado para ser tratado com antibióticos, estabilizar a pressão arterial, melhorar a função do seu rim e evitar outras complicações.
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Como se prevenir? Quando a exposição à água de enchentes, bueiros e fossas for inevitável, deve-se usar botas e luvas para evitar a penetração na pele da bactéria causadora da leptospirose. Alguns antibióticos podem prevenir a doença em pessoas que se expuseram ou irão se expor à contaminação. Essa medida não é totalmente eficaz e não pode ser usada de forma indiscriminada. A prescrição deve ser feita sempre por um médico. .
Existe vacina contra a leptospirose? Ainda não. Existem estudos de uma vacina contra a leptospirose, mas ainda não é ideal e eficaz para todas as situações e não está disponível na maioria dos países, incluindo o Brasil.
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Como controlar a doença? O principal é ter controle dos ratos, fazendo desratização. Além disso, é necessário ter cuidado com o lixo, acumulá-lo em sacos plásticos bem fechados, recolhê-lo freqüentemente e evitar que alimentos caiam no chão ou perto de onde o lixo é coletado. É importante, também, melhorar as condições de saneamento básico - rede de esgoto e drenagem de águas das chuvas.

sábado, 19 de junho de 2010

PESCADORES E SURFISTAS ENTRAM EM ACORDO


Wave tools surf consertos PESCADORES E SURFISTAS ENTRAM EM ACORDO Não é de hoje que surfistas e pescadores chegam a um consenso nas praias de Imbituba (SC). Ao final, as duas partes saem ganhando com a fixação do acordo. Em todas as praias da região, são colocadas placas que instruem os surfistas, alem das bandeiras que sinalizam se o pico esta ou não liberado para a pratica do surf. A liberação acontece quando o mar começa a se transformar, ganhar volume e tamanha. Então os pescadores retiram seus barcos e redes, e hasteiam a bandeira de liberação das ondas, para alegria dos surfistas. Caso o mar se apresente pequeno, com poucas ondas e os cardumes se aproximarem da praia, é a vez dos pescadores entrarem em ação e os surfistas respeitam o acordo, esperando a liberação até o próximo swell. Parabéns aos surfistas e pescadores de Imbituba por este acordo, mostrando que com uma boa conversa se chega a um acordo. Fonte: Jornal Drop nº 96 (www.jornaldrop.com.br)

quinta-feira, 17 de junho de 2010

4º ETAPA CAMPEONATO GAÚCHO DE DOWNHILL - NOVA PRATA - RS - BRASIL - 19 E 20 DE JUNHO DE 2010


RESULTADOS:

ELITE

  • 1º 1 Maicon Zottis - ADHV - Nova Prata - 2:43:52
  • 2º 47 Gabriel Lanfredi - Voodoo DH - Porto Alegre - 2:43:80
  • 3º 2 Daniel Cenci - Bike e Cia - Farroupilha _ 2:44:81
  • 4º 5 Rafael Pereira - Bike Adventure - Canela - 2:47:43
  • 5º 4 Leonardo Griebeler - Unirace - Caxias do Sul - 2:47:80
  • 6º 50 Leandro Bonfante - DH Lope - Passo Fundo - 2:58:23
  • 7º 49 Felipe Spader - Unirace DH Teem - Garibaldi - 3:01:09
  • 8º 19 Giovane Gambato - Supreme Race - Caxias do Sul - 3:03:45
  • 9º 8 Felipe Maia - AGMTB/Cycle Darcy - Porto Alegre - 3:03:69
  • 10º 45 Tiago Knoorst - Bike e Cia - Nova Petropolis - 3:07:75

SUB 30

  • 1º 265 Rafael Colombo - Bike e Cia - Farroupilha - 3:01:32

SUB 23

  • 1º 426 Fernando Giordani - DH Lope - Passo Fundo - 2:53:61

JUNIOR

  • 1º 104 Nathan Kamphorst - Unirace - Sapiranga - 2:56:46

MASTER A

  • 1º 386 Diogo Zanetti - ADHV - Bento Gonçalves - 2:58:51

MASTER B

  • 1º 909 Antonio Valerio - DH Scharlau - São Leopoldo - 3:32:97

JUVENIL

  • 1º 555 Anderson da Cas - Supreme Race - Farroupilha - 3:21:66

ESTREANTE

  • 1º 763 Marcelo Dani Rech - Suprema Race/Guenoa - Caxias do Sul - 2:59:12

RIGIDA

  • 1º 899 Daniel Luis Gayeski - Pedal Bike - Casca - 3:08:37

MASTER C

  • 1º 601 Danilo Spader - Unirace - Garibaldi - 4:30:82

INFANTO JUVENIL

  • 1º 997 Alan Colassiol - EBNC - Carlos Barbosa - 5:54:77
SÁBADO 19 DE JUNHO 09:00 h Treinos livres na pista/Inscrições abertas 12:00 h Encerramento das inscrições e treinos 14:00 h TOMADA TEMPO CLASSIFICATÓRIA DOMINGO 20 DE JUNHO 09:00 h Treinos livres 11:30 h Encerramento dos Treinos 13:00 h TOMADA DE TEMPO OFICIAL 16:30 h Premiação da prova INSCRIÇÕES ANTECIPADAS Federação Gaúcha de Ciclismo - Sapiranga: Rua Duque de Caxias, 1179 Fone: (51) 3599-5082 E-mail: fgc@fgc.com.br Via doc bancário - Depositar no Banco do Brasil agência nº 0653-X conta nº 49546-8 em favor de Marcos Lorenz e enviar ficha e DOC nominal pelo fax (51) 3599-5082 Hoteis: Prata Villagio Hotel Telefones / FAX: (54) 3242-2088 ou (54) 3242-2184 Condall Pallace Hotel Fone: (54) 3242-1637 ou (54) 3242-5075

quarta-feira, 16 de junho de 2010

UCI MTB WORLD CUP DHI - LEOGANG - SALZBURGERlAND (AUT) - 19 E 20 DE JUNHO DE 2010


RESULTADOS:
  • 1º 3 Cameron Cole - 4:11:77
  • 2º 25 Steve Peat - 4:11:82
  • 3º 19 Steve Smith - 4:14:09
  • 4º 26 Luke Strobel - 4:14:54
  • 5º 52 Matthew Scoles - 4:16:03
  • 6º 13 Marc Beaumont - 4:17:05
  • 7º 92 Dan Atherton - 4:17:92
  • 8º 45 Sam Dale - 4:18:25
  • 9º 62 Chris Kovarik - 4:18:36
  • 10º 53 Mickael Pascal - 4:18:45

RANKING:

  • 1º Greg Minnaar - South Africa - 29 - 1.496
  • 2º Gee Atherton - Great Britain - 25 - 1.383
  • 3º Samuel Hill - Australia - 25 - 1.210
  • 4º Aaron Gwin - United States - 23 - 1.133
  • 5º Samuel Blenkinsop - New Zealand - 22 - 1.011
  • 6º Fabien Barel - France - 30 - 974
  • 7º Steve Peat - Great Britain - 36 - 969
  • 8º Justin Leov - New Zealand - 26 - 913
  • 9º Brendan Fairclough - Great Britain - 22 - 843
  • 10º Cameron Cole - New Zealand - 22 - 820

Assista ao vivo direto de Leogang a UCI de DHI

terça-feira, 15 de junho de 2010

WQS 6 ESTRELAS - SRILAMKAN AIRLINES PRO - ARUGAM BAY - SRI LANKA - 18 A 24 DE JUNHO DE 2010


RESULTADOS:
  • 1º Julian Wilson (AUS)
  • 2º Nat Young (USA)
  • 3º Jakye Sharp (AUS)
  • 3º Drew Courtney (AUS)
  • 5º Hodei Collazo (EUK)
  • 5º Austin Ware (USA)
  • 5º Rhys Bombaci (AUS)
  • 5º Davey Cathels (AUS)

RANKING:

  • 1º Taj Burrow (AUS) - 24.125
  • 2º Jordy Smith (ZAF) - 22.191
  • 3º Kelly Slater (USA) - 21.750
  • 4º Jadson Andre (BRA) - 21.689
  • 5º C.J. Hobgood (USA) - 19.484
  • 6º Adriano de Souza (BRA) - 18.557
  • 7º Mick Fanning (AUS) - 17.794
  • 8º Bede Durbidge (AUS) - 16.183
  • 9º Dane Reynolds (USA) - 16.003
  • 10º Chris Davidson (AUS) - 15.813

Assista ao vivo direto de Arugam Bay . http://www.srilankanairlinespro.com/

segunda-feira, 14 de junho de 2010

DEEP SIX – PEQUENA NOTÁVEL


Wave tools surf consertos
. DEEP SIX – PEQUENA NOTÁVEL
. Quando Kelly Slater surgiu na praia na manhã do dia 12 de dezembro de 2008 para as fazes finais do Pipe Masters, olhares incrédulos voltaram-se para a prancha que o maior campeão de todos os tempos carregava embaixo do braço. De imediato o publico e imprensa começaram a questionar a atitude de Slater, que enfrentaria seus oponentes surfando algo incomum em Pipeline. “Essa é a prancha mais estranha que já vi”, exclamava um dos espectadores. “Não é possível que isto funcione”, dizia outro. Mas, ao final do campeonato, todas as incertezas com relação aquela prancha “esquisita” terminaram. Além de levantar a taça de campeão, Kelly foi o protagonista da melhor bateria do evento, a semifinal contra o californiano Tim Reyes, quando arrancou uma nota 10 dos juízes (somando 19 dos 20 possíveis) e mostrou um controle singular nas paredes verticais de 6 a 8 pés de Backdoor.
. CONCEITO: Apelidada “Deep Six”, a pequena triquilha 5’11” (com 18 ½” de largura e 2 1/2” de espessura) foi a prancha mais comentada na temporada havaiana. Pelo fato de ter um design inovador e apresentar um conceito diferente em termos de pranchas de alta performance para ondas grandes, virou assunto de discussão por meses a fio nas rodas de surfistas e mestres da plaina em todo mundo.

Desenvolvida por Kelly Slater no software CAD da Channel Island e depois shapeada pelo próprio, o protótipo nasceu basicamente da combinação de dois designs convencionais: uma prancha beirando 6’0” e um semigun. “Peguei o modelo de uma prancha pequena e coloquei em cima de uma 7’0” no computador. Mexi um pouco deixando o rocker quase todo flat, estendi a rabeta e depois calculei o bico. Foi um tiro no escuro”, simplifica o eneacampeão mundial. Em outras palavras, da rabeta até algumas polegadas à frente do centro, no wide point (ponto de largura máxima), esse designe tem as mesma características de uma semigun com cerca de 7 pés. “A rabeta é bastante estreita. O meio (espessura) é tão grosso e volumoso quanto o da minha 6’10”, detalha Slater. Já do wipe point até o bico, o shape é parecido com o de uma pranchinha, com outline mais curvo e curto.

A ambição de Slater foi tentar desenvolver uma prancha pequena que conseguisse alcançar os mesmos resultados de uma prancha grande, principalmente em ondas fortes e tubulares. “Peguei todos os elementos das pranchas que estou acostumado a surfar e juntei tudo de uma forma diferente”, resume Kelly. Segundo Al Merrick, shaper do floridiano há mais de 20 anos, Slater descobriu o volume real de uma prancha para determinada situação. “O modelo é pequeno, mais ainda possibilita ao surfista entre na onda e também percorrer diferentes caminhos na parede”, afirma o proprietário da Channel Island, Al Merrick, que ajudou a desenvolver e deu o toque final no protótipo.
. SEGREDO: Não é de hoje que shapers e surfistas vem buscando uma formula para criar uma prancha capaz de apresentar o mesmo desempenho da “Deep Six”. Adaptações feitas em modelos convencionais e antigos e o uso de novos materiais não chegaram ao resultado desejado.

DESCOBERTA: A idéia de Kelly de inventar um modelo como a “Deep Six” surgiu a alguns anos em Haleiwa, no North Shore, durante uma sessão de surf com uma prancha quebrada. Após continuar surfando com o bico da sua semigun partido, Slater percebeu algo diferente na prancha que estava debaixo dos seus pés. “Na realidade ela começou a funcionar melhor”, recorda Kelly. “O peso e o balanço do bico desse tipo de prancha são totalmente desnecessários”, afirma o fenômeno. E esse fator foi fundamental na hora de Slater arquitetar sua 5’11”. Além de deixar o bico curto, optou por colocar uma curva mais acentuada no mesmo. Tudo isso fez com que a prancha pudesse completar drops atrasados facilmente e tivesse maior aceleração através das seções da onda. Em poucas palavras, o modelo permitiu a Slater surfar ondas mais pesadas e profundas com a fluidez que somente uma prancha pequena pode oferecer. Fonte: Guia de Pranchas Fluir 2009 (www.fluir.com.br)

sexta-feira, 11 de junho de 2010

MELHORES DE 2009

Wave tools surf consertos MELHORES DE 2009 MELHOR BATERIA Parko x Fanning – Kirra, 6 a 8 pés, pesado, dois locais e amigos de infância disputando a liderança do ranking.
 
BATALHA DOS AFLITOS Dustin Barca x Drew Courtney no Lagido, Peniche, maré esvaziando, novo formato sem repescagem, os dois precisando desesperadamente de um resultado no final do ano. Courtney faz a maior media do dia, faltando um minuto, Barca precisa de 8,47, surfa uma onda excelente, faz 8 pontos e dá adeus ao WT – Drew se classifica.
 
O SENSACIONAL DANE & JORDY SHOW J-Bay no seu primor, a bateria mais aguardada de todo o circuito, online e off-line, Jordy defendendo a bandeira local e Dane... bem Dane sendo Dane. Uma nota perfeita e um punhado de manobras para se estudar no resto do ano.
 
BATERIA DE UM HOMEM SÓ Owen Wright x Damien Hobgood, Supertubos, Peniche, 8 pés quadrados. Owen fez um 10, foi castigado por uma direita, teve seu tímpano perfurado e foi obrigado a sair d’água (a contra gosto). Damien esperou meia bateria por uma nota superior a 7 e perdeu. Para entrar na historia.
 
TUBO DO ANO 10 do Parko contra Bobby Martinz nas quartas de final do The Search de Peniche.
 
MANOBRA DO ANO Rasgada (carve) gigantesca do Dane Reynolds em Trestles contra Taylor Knox.
 
ACIMA DOS 19 PONTOS Em 2009, apenas 4 vezes foi atingida a pontuação total numa bateria acima dos 19 pontos dos 20 possíveis. Parko 19,93 na semi contra Fanning em Kirra. Dane 19,20 contra Sean Holmes em Jeffreys. Picon 19,76 em Pipeline contra Josh Kerr. Slater 19,33 contra Hank Gaskell também em Pipe. Único 20 do ano foi de um Junior e, orgulhosamente, brasileiro Gabriel “Golden Medal” Medina deixou o mundo do surf maravilhado com seu desempenho na final do King of the Groms, na França. As duas notas que ele descartou na final dariam pra ele vencer qualquer bateria do Quiksilver Pro com todos os tops 45.
 
MELHOR MAR DO ANO 14 e 15 de julho de 2009, Jeffrey’s Bay, areia na bancada como não se via em quase uma década. Fonte: Revista Hardcore nº 246 (www.hardcore.com.br)

quinta-feira, 3 de junho de 2010

MENTAWAI


Wave tools surf consertos MENTAWAI Kandui Resort
 
Situado em Karamajet Island, no arquipélago das Mentawai, a cerca de 120 quilômetros da costa oeste de Sumatra, na Indonésia, o Kandui Resort é hoje um dos destinos mais procurados por surfistas do mundo todo, graças à qualidade das ondas ao redor e da excelente estrutura disponível para os hospedes. É a única construção da ilha, rodeada de coqueiros, lagoas e uma extensa faixa de areia branca com vista para duas das mais pitorescas ilhas das Mentawai.
 
Conforto: existem sete opções de chalés no resort. Chamadas de “Umas”, as construções são feitas por artesões locais no típico estilo indonésio. São limpas, espaçosas, confortáveis e oferecem uma vista privilegiada para as ondas e ilhas que cercam o resort. Os quartos são equipados para tocar seu iPod com som estéreo e o restaurante possui TV a cabo. Outra facilidade é a parceria com a fabrica de pranchas Surftech, em que uma serie de modelos Tuflite fica a disposição dos hospedes caso estes prefiram viajar sem a preocupação e os custos com o transporte de suas pranchas. Vale destacar que o crowd nunca passa de 16 pessoas por trip, limite estabelecido pelo resort.
 
Ondas: existem cerca de 15 picos nas mediações do Kandui Resort, com ondas para todos os gostos e níveis de surf. As mais procuradas são as esquerdas de Kandui e Hideways e as direitas de Riffles e Last Resort. Outras ondas famosas são Burgerworld, a Frames e Telescopes, mas as opções são quase infinitas para quem tiver dinheiro, tempo e disposição de procurar.
 
Melhor época: as ilhas Mentawais são mundialmente conhecidas pela qualidade e Constancia de suas ondas. As ondulações chegam ao arquipélago durante o ano todo, mas a melhor época vai de março a novembro, durante o inverno no Hemisfério Sul, quando o Oceano Indico se torna uma maquina de produzir swells.
 
Transporte: todo o transporte a partir de Sumatra esta incluso no pacote, incluindo o trajeto diário de barco do resort até as ondas. Ao aterrissar em Padang, capital de Sumatra, o hospede voa mais uma hora até Rokot, na ilha de Sipora, e de lá é levado de lancha até o resort, em uma viagem de cerca de 2 horas.
 
Comunicação: o escritório do resort é equipado com computadores para acesso a internet (incluindo rede sem fio), telefone que dispensa o serviço via satélite e aparelho de fax.
 
Alimentação: todos os dias o chef do resort prepara uma variada opção de cardápio, com destaque para os pratos a base de frutos do mar colhidos pelos pescadores locais e pelos próprios hospedes. Café da manha e almoço estão inclusos no pacote; jantar e bebidas devem ser pagos a parte.
 
Perigos: por ser uma área remota e de difícil acesso, vale a pena renovar vacinas contra tétano e hepatite. A malaria também é uma realidade local e todos os cuidados devem ser tomados. Pessoas que tomam medicações devem levar a receita em caso de emergência.
 
Atividades extras: alem do surf, o local também é favorável para a pesca e o mergulho. O resort possui ainda sala de jogos, quadra de vôlei, área para piquenique, karaokê, aulas de ioga, passeios culturais pelo vilarejo e caminhadas pela selva.
 
Hospedes ilustres: Kelly Slater, Andy Irons e Shane Dorian estiveram lá no ano passado durante as gravações do filme A Fly in the Champagne. Alem deles, já passaram por lá Martin Potter, Josh Kerr, Jamie O’Brien, David Rastovich, Joel Parkinson, entre outros. . Custo: aproximadamente US$ 2,8 mil para uma estadia de 11 dias e 11 noites.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

UCI MTB WORLD CUP DHI - FORT WILLIAM- 5 E 6 DE JUNHO DE 2010


RESULTADOS:
  • Col. / Num. / Nome / Speed / Tempo
  • 1º - 2 - Gee Atherton - 59,84 - 4:35:70
  • 2º - 8 - Cameron Cole - 59,92 - 4:36:18
  • 3º - 1 - Greg Minnaar - 59,88 - 4:36:91
  • 4º - 9 - Aaron Gwin - 60,44 - 4:37:71
  • 5º - 30 - Michael Hannah - 61,72 - 4:37:75
  • 6º - 12 - Samuel Blenkinsop - 58,67 - 4:37:81
  • 7º - 24 - Julien Camellini - 60,72 - 4:40:93
  • 8º - 45 - Shaun O'connor - 59,72 - 4:41:54
  • 9º - 29 - Nick Beer - 56,92 - 4:41:97
  • 10º - 23 - Matti Kehoinen - 59,76 - 4:42:08

RANKING

  • 1º Greg Minnaar (South Africa) - 29 - 1.466
  • 2º Samuel Hill (Australia) - 25 - 1.392
  • 3º Gee Atherton (Great Britain) - 25 - 1.376
  • 4º Fabien Barel (France) - 30 - 1.041
  • 5º Aaron Gwin (United States) - 23 - 1.033
  • 6º Nick Beer (Switzerland) - 23 - 1.006
  • 7º Steve Peat (Great Britain) - 36 - 999
  • 8º Samuel Blenkinsop (New Zealand) - 22 - 956
  • 9º Justin Leov (New Zealand) - 26 - 921
  • 10º Michael Hannah (Australia) - 27 - 885

Assista ao vivo direto de Fort William . http://freecaster.tv/live/mtb/1011049/uci-mtb-world-cup-dhi-2-fort-william

VITORIAS BRASILEIRAS NO WT


Wave tools surf consertos VITORIAS BRASILEIRAS NO WT 2010 – Jadson Andre – Imbituba (Brasil) 2009 – Adriano de Souza – Sopelana (Mundaka) 2008 – Bruno Santos – Teahupoo (Tahiti) 2002 – Neco Padaratz – Hossegor (França) 1999 – Neco Padaratz – Califórnia (EUA) 1998 – Peterson Rosa – Rio de Janeiro (Brasil) 1995 – Victor Ribas – Lacanau (França) 1994 – Flávio Padaratz – Hossegor (França) 1994 – Ricardo Tatui – Biarritz (França) 1992 – Fábio Gouveia – Chiba (Japão) 1991 – Flávio Padaratz – Rio de Janeiro (Brasil) 1991 – Fábio Gouveia – Biarritz (França) 1991 – Fábio Gouveia – Sunset Beach (Hawaii) 1990 – Fábio Gouveia – São Paulo (Brasil) 1977 – Daniel Friedmann – Rio de Janeiro (Brasil) 1976 – Pepê Lopes – Rio de Janeiro (Brasil)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

DICIONÁRIO DO SURF


Wave tools surf consertos
DICIONÁRIO DO SURF Aéreo/Aerial: Manobra na qual o surfista e a sua prancha saem da onda em vôo e, depois, voltam a entrar nela.
. Aloha: Saudação havaiana.
. Arrebentação: é a distância que vai da praia até onde começam a quebrar as ondas, zona de impacto.
. Backside: Quando se surfa de costas para a onda.
.
Banho: ir surfar .
Barca: amigos indo surfar
.
Bate-volta: ir e voltar da praia no mesmo dia
. Batida: Praticamente o mesmo que off-the-lip.
.
Beach Break: Tipo de fundo, as ondas quebram sobre um fundo de areia. .
Big Rider: são aqueles surfistas que gostam de surfar quando está grande.
.
Bodysurf: Dropar nas ondas com o corpo.
. Bottom: Parte de baixo das pranchas de Surf e Bodyboard.
.
Bottom-turn: é a curva que se faz na base da onda, imediatamente a seguir ao drop, e que define a trajetória a seguir na onda. .
Bowl: secção tubular da onda, quando ela já está redonda.
.
Bróther: amigo
. Buraco: diz-se da onda cuja parede se torna rapidamente muito vertical.
.
Caldo: levar uma onda na cabeça .
Canal: local onde as ondas não quebram
.
Casca-grossa: difícil
. Cavada: virar na base da onda
.
Crowd: Multidão, quando se tem muita gente dentro d´água. .
Cut Back: Curva efetuada para voltar atrás na onda em direção à espuma.
.
Direita: onda que, vista da praia, parte para o lado esquerdo, a designação é dada pela perspectiva do praticante, ou seja, do mar para terra. .
Drop: Ato de descer a onda, antecede o Bottom-turn.
.
Esquerda: Onda que, vista da praia, parte para o lado direito. .
Ficar Boiando: ficar perdido
.
Fins: O mesmo que quilhas. .
Flat: Mar liso e sem ondas.
.
Floater: manobra onde o surfista flutua sobre a secção partida da onda. .
Frontside: quando se surfa de frente para a onda.
.
Glass: condições sem vento, quando o mar adquire um aspecto liso e espelhado. .
Goofie: é o surfista que surfa com o pé direito na frente.
.
Gringo: estrangeiro .
Gunzeira: prancha ou mulher grande
.
Haole: quem não é da praia .
Hardcore: palavra que define uma situação extrema, ou uma atitude pessoal marcada por um certo radicalismo.
.
Inside: zona mais perto da praia, fica a meio caminho entre a areia e o outside. .
Joelinho: modo de passar por baixo das ondas sem ser arrastado até á beira.
.
Junção: quando a espuma de uma direita e de uma esquerda se encontram. .
Leash: o mesmo que streap ou cordinha
.
Leque: água que sai debaixo da prancha quando o atleta curva com força. .
Line Up: zona do outside onde as ondas quebram.
.
Lip: crista da onda, parte mais alta da onda. .
Maral: ventos que vem do mar em direção a terra
.
Merreca: termo brasileiro para onda pequena. .
Merrequeiro: surfista que gosta de ondas pequenas.
.
Mexido: mar mexido .
Morra: onda grande.
.
Nose: bico (parte superior) da prancha. .
Off-The-Lip: manobra na qual o atleta parte em direcção ao lip da onda, batendo neste e voltando para a base da onda.
.
Off Shore: quando o vento sopra de terra para o mar. Também conhecido como terral. .
On Shore: quando o vento sopra do mar para terra. Também conhecido como maral
.
Outside: zona do mar por trás da rebentação, zona de segurança. .
Outline: linhas gerais da forma da prancha.
.
Pés: os americanos costumam medir as ondas em pés em vês de metros (1 pé = 30,48 cm). .
Pico: local onde a onda começa a quebrar.
.
Point: local onde parte sempre uma onda. .
Point-Break: tipo de onda que parte sempre no mesmo sítio, geralmente quebra diagonalmente a uma costa e sobre um tapete de pedras.
.
Prégo: quem não sabe surfar .
Quebra-coco: lugar onde quebra onda
.
Quilhas: o mesmo que fins. .
Rabear: entrar na onda do outro surfista
.
Rasgada: manobra redonda no Lip .
Regular: é o surfista que surfa com o pé esquerdo à frente.
.
Reef Break: tipo de onda que quebra sobre um fundo de rocha ou coral. .
Salão: tubo espaçoso
.
Secção: as diversas partes ou trechos de uma onda. .
Shape: formato da prancha.
.
Shaper: aquele que dá forma ao bloco de polietileno transformando-o numa prancha. .
Spray: ar comprimido dentro do tubo e depois expelido para fora num único bafo.
.
Storm: mar mexido e confuso por causa do vento forte. .
Swell: é a chegada de ondulação à costa, a entrada de um swell sempre traz boas condições para a prática do surfe, energia gerada nas profundezas do oceano.
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Tá clássico: dia que tem ondas perfeitas .
Tail: parte inferior da prancha.
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Tail-Slide: manobra no qual o surfista, após o off-the-lip, derrapa o tail da prancha. .
Tem altas: boas ondas
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Terral: ventos que vão da terra pro mar .
Toco: prancha velha ou mal feita
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Tubo: consiste em passar por dentro da onda, por vezes a onda forma uma secção tubular, noutras, é no seu total tubular. .
Vaca: quando o surfista cai da prancha
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Vala: local de ondas pequenas .
Wax: anti-derrapante à base de parafina, que se põe no deck a fim de não escorregar,ao contrário do que muitos pensam, não se usa no cabelo.
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Wipe Out: também chamado de vaca. .
Fonte: Site infoesporte - http://www.infoesporte.com.br/, Site De olho no mar - http://www.deolhonomar.com.br/, site disksurf - http://www.disksurf.com.br/

domingo, 23 de maio de 2010

G-LAND


Wave tools surf consertos G-LAND Bobby’s Surf Camp Localizado no parque nacional de Plengkubg, na ponta sudeste da ilha de Java, G-Land é considerada uma das melhores esquerdas do planeta. Também chamada de Grajagan, recebe surfistas do mundo todo em busca das pistas perfeitas e tubulares.
 
Conforto: são três opções de acomodações. A Standard e Deluxe possuem ventilador, mosquiteiro e eletricidade por 23 horas no dia, com banheiro privativo na Deluxe e comunitário na Standard. Já a Superior oferece facilidades extras como ar-condicionado, cofre, hidromassagem, tv via satélite, DVD player, eletricidade 24 horas, minibar e serviço de quarto. A novidade no Bobby’s é o serviço de internet sem fio. Existe ainda uma quarta opção de acomodação, a Budget, mas não espere nenhum conforto.
 
Ondas: a bancada tem quase 1,5 quilômetros de extensão e longas remadas são inevitáveis. A primeira seção é Kongs, uma onda de outside que tende a ser mais cheia e manobrável. A próxima é Moneytrees, quando a ondulação dobra de tamanho e joga um tubo até a seção seguinte, Launching Pad, essa é à parte da bancada que precede Speedies, a ultima e mais desafiadora seção de G-Land. Com swell de 6 pés de sul, o reef ultrarraso é uma maquina de tubos, que às vezes cobra um preço alto dos desavisados. Com swell gigante acima de 12 pés, é possível surfar as seções do fim da bancada, conhecidas como Chicken’s e 20-20s, ou caminhar trinta minutos pela baia até Tiger Tracks.
 
Melhor época: G-Land é muito consistente durante os meses de maio a outubro e a melhor condição e swell de sudoeste de 6 a 8 pés. Mas as ondas podem facilmente chegar aos 12 pés ou mais. O terral sempre entra depois das 9 horas e fica até o fim do dia. Fiquem atentos as variações das mares para aproveitar os melhores momentos.
 
Transporte: saindo de Bali, chega-se a G-Land de duas maneiras. Pegando uma lancha superveloz em Kuta Reef, que pode demorar de duas a quatro horas dependendo do mar, ou sair de Bali à noite, ir de van ou ônibus até a balsa que faz a travessia para a ilha de Java e viajar de carro até a vila de Grajagan. De lá, são mais 40 minutos de barco até a baia.
 
Comunicação: no Bobby’s existe telefone e serviço de internet sem fio.
 
Alimentação: todos os níveis de acomodação oferecem três refeições ao dia, com diferentes quantidades de cerveja, sucos, refrigerantes e água, dependendo da opção escolhida.
 
Perigos: apesar de não estar tão isolada, G-Land fica a algumas horas do hospital mais próximo. A malaria não chega a ser uma grande preocupação, mas é bom não dar mole e passar repelente ou usar roupas compridas ao cair da tarde. A bancada rasa e afiada pode fazer estragos antes mesmo de você cair na água, portanto use botinhas ou fique atento ao caminhar sobre o reef. Em Speedies, nunca pule para frente da onda, tente sempre sair por trás. Animais selvagens como lagartos gigantes, panteras e tigres são raramente vistos hoje em dia, mas ainda habitam a selva que circula o camp. Evite contato bucal com água de torneira, se puder escove os dentes com água mineral e vá munido com remédios para diarréia.
 
Atividades extras: salão de jogos, cinema, torre de observação na praia, quadra de vôlei, mergulho, pesca, passeio de carro ou a pé pela selva.
 
Hóspedes ilustres: Kelly Slater, Shane Dorian, Joel Fitzgerald, Taj Burrow, Jaime O’Brien, Gerry Lopez e Peter McCabe.
 
Custo: no Standard o custo é de US$ 460 para seis dias e seis noites; no Deluxe o mesmo período sai por US$ 575; e no Superior o valor é de US$ 750. Fonte: Revista Fluir nº 283 (www.fluir.com.br)

segunda-feira, 17 de maio de 2010

WQS 6 ESTRELAS - MARESIA SURF INTERNATIONAL - PRAIA MOLE - FLORIANÓPOLIS - SANTA CATARINA - BRASIL - 18 A 23 DE MAIO DE 2010


RESULTADOS:
  • 1º Aritz Aranburu (EUK)
  • 2º Rodrigo Dornelles (BRA)
  • 3º Gabriel Medina (BRA)
  • 3º Caio Ibelli (BRA)
  • 5º Robson Santos (BRA)
  • 5º Pedro Henrique (BRA)
  • 5º Leandro Santos (BRA)
  • 5º Sebastian Zietz (HAW)

RANKING:

  • 1º Taj Burrow (AUS) - 24.125
  • 2º Jordy Smith (ZAF) - 22.191
  • 3º Kelly Slater (USA) - 21.750
  • 4º Jadson Andre (BRA) - 21.689
  • 5º C.J. Hobgood (USA) - 19.484
  • 6º Adriano de Souza (BRA) - 18.557
  • 7º Mick Fanning (AUS) - 17.794
  • 8º Bede Durbidge (AUS) - 16.183
  • 9º Dane Reynolds (USA) - 16.003
  • 10º Chris Davidson (AUS) - 15.813
Assista ao vivo direto da Praia Mole o WQS 6

sábado, 15 de maio de 2010

SEGREDOS DO MAR


Wave tools surf consertos SEGREDOS DO MAR Em um pais tropical como o Brasil, nos, humanos, nos sentimos atraídos pelo mar. Multidões se reúnem nas praias buscando um contato com as ondas que nos proporcionam prazer e descanso. Porem, o caminho do ser humano deixa sua trilha fatal mas areias das praias. Milhões de sacolas de nylon e plástica de todo tipo são largadas nas praias, o vento e as marés se encarregam de arrasta-las para o mar. Uma sacola de nylon pode navegar varias dezenas de anos sem se degradar. As tartarugas marinhas confundem as sacolas com medusas e as comem, afogando-se na tentativa de engoli-las. Milhares de golfinhos também morrem afogados... Eles não têm capacidade para reconhecer os lixos. A tampa plástica de uma garrafa, de maior consistência do que a sacola plástica pode permanecer inalterada, navegando nas águas do mar por mais de um século. A próxima vez que você for à praia preferida, talvez encontre na areia “lixo que outra pessoa ali deixou” não foi lixo deixado por você, porem, é sua praia, é seu mar, é o seu mundo. E você deve fazer algo por ele.
 
Tempo de decomposição de resíduos nos oceanos. Papel toalha: 2 a 4 semanas Caixa de papelão: 2 meses Palito de fósforo: 6 meses Fralda descartável: 1 ano Lata de aço: 10 anos Lata de alumínio: não se corroí Ponta de cigarro: 2 anos Copo plástico: 50 anos Garrafa plástica: 400 anos Camisinha: 300 anos Bóia de isopor: 80 anos Linha de nylon: 650 anos Vidro: tempo indeterminado Fontes: Instituto Pura e (http://www.compam.com.br/)

quinta-feira, 13 de maio de 2010

JAMIE O’BRIEN


Wave tools surf consertos JAMIE O’BRIEN Falso ou verdadeiro?
 
Como não ser um surfista morando em frente da onda mais conhecida do planeta? Jamie O’Brien nasceu com esse paradigma. Quando menino, ele não devia ficar assistindo à NBA ou à Liga de Futebol Americano, mas sim a Kelly Slater e Sunny Garcia entubando fundo em cima da bancada rasa e sinistra de Pipeline e Backdoor.
 
Seus poucos passos até a água, onde a maioria pensa duas vezes antes de entrar, são confiantes, afinal, ali é literalmente seu quintal de casa, onde milhares de vezes rumou, em qualquer época do ano e não apenas no inverno, à procura da diversão pura da infância.
 
Mas não pense que o havaiano branquelo e louro, boa praça, que nada se parece com seus conterrâneos morenos, que se dizem nativos e agem como maníacos, ficou nisso. Ele sempre quis mais. A procura pelo excêntrico, novo, o tornou um surfista diferente, uma mistura de clássico com vanguarda, uma possibilidade cada vez maior entre a nova geração de Oahu.
 
Jamie surfa como havaiano nas pesadas ondas do North Shore e como australiano nas perfeitas e similares ondas da Indonésia. Este mix o torna um dos mais completos surfistas do planeta. Sendo assim, fica difícil não imaginá-lo sendo paparicado em eventos da ASP, já que é idolatrado como um dos melhores do mundo. Só que ele rumou por outro caminha.
 
Patrocinadores tentaram que ele se adaptasse ao formato cruel e cansativo do Circuito Mundial. Mas não durou muito. Jamie não se interessou em ganhar ou perder, ou talvez tenha ficado puto de só perder. Disputando etapas do WQS, O’Brien amargou resultados pífios, ou seja, ele bem que tentou a sorte nas baterias, mas a falta de afinidade com o negocio o fez desistir de surfar ondas ruins, onde a maioria dos eventos acontece se pensarmos radicalmente. A partir daí, ele veio com o discurso de que queria inventar novas manobras, surfa com os amigos em viagens alucinantes, tudo aquilo que qualquer apreciador, como nós, também almeja.
 
Mas a grande contradição do havaiano surge exatamente no discurso e nas suas atitudes. Pra quem diz que não gosta de competição, só meio fake esta imagem de real freesurfer que o cara quer passar.
 
Jaime O’Brien passou a ser respeitado pelo mundo e conhecidos pelos fãs quando venceu o Pipe Masters, talvez o evento mais importante do nosso esporte. Sem contar as triagens em Teahupoo e até o próprio evento principal que ele todo ano marca ponto.
 
Independente da sua opção, O’Brien arrepia e acabou de faturar outro campeonato especial, só pra convidados, disputado em Padang Padang, Indonésia. Fonte: (Revista Fluir nº 288 – www.fluir.com.br)

segunda-feira, 10 de maio de 2010

WAVE TOOLS SURF CONSERTOS

Conserto de Pranchas Fazemos qualquer tipo de conserto em sua prancha, em 7 dias. Entregando sua prancha segunda-feira até 12:00 hs, retire na sexta-feira após as 16:00 hs.
Fale com Émerson (51) 8411-2753 - Porto Alegre

UCI MTB WORLD CUP DHI - MARIBOR


Assista ao vivo direto de Maribor a UCI de Downhill. http://freecaster.tv/live/mtb/1011046/uci-mtb-world-cup-dhi-1-maribor

WQS PRIME - NIKE 6.0 PRO - TRESTLES - CALIFORNIA - USA - 4 A 8 DE MAIO DE 2010


RESULTADOS:
  • 1º Gabe Kling (USA)
  • 2º Chris Davidson (AUS)
  • 3º Adriano de Souza (BRA)
  • 3º Andy Irons (HAW)
  • 5º Heitor Alves(BRA)
  • 5º Adrian Buchan (AUS)
  • 5º C.J. Hobgood (USA)
  • 5º Jordy Smith (ZAF)